segunda-feira, 11 de abril de 2016

"Octávio aprendeu no Porto. Está lá para isto."

As frases não são de um benfiquista mas sim de um sportinguista. Rui Oliveira Costa, que quando se liberta do anti-benfiquismo até consegue fazer análises lúcidas, disse-o ontem com todas as letras: Octávio Machado aprendeu na "escola" do Porto com Pinto da Costa, Reinaldo Teles e outros que tais e foi contratado para o Sporting precisamente para fazer este discurso caceteiro e troglodita.
 
Mas Oliveira e Costa foi ainda mais longe: segundo ele, esta estratégia de atacar tudo e todos, disparar em todas as direcções, lançar lama e suspeitas sobre todos e pressionar os árbitros... resulta. Isto não são tempos para Senhores, diz Oliveira e Costa, são tempos para Octávios e para Inácios, acrescento eu.
 
Nada do que Oliveira e Costa disse ontem no "Trio d'Ataque" é exactamente uma novidade. No entanto ouvi-lo dizer de forma quase cândida por um sportinguista é algo mais digno de registo.
 
Eu não quis até agora escrever sobre a decisão do caso Slimani porque é uma coisa tão inacreditável que até me incomoda só de pensar nela. Não apenas enquanto benfiquista mas enquanto pessoa dotada de um cérebro.
 
Agora, com esta decisão fica bem à vista: esta estratégia suja do bruno-sportinguismo está, para já, a resultar. Veremos até quando e até que ponto.
 
É o regresso dos piores métodos dos tempos do Porto. Bruno de Carvalho não apenas imita muito de Pinto da Costa como se rodeou de figuras associadas desses tempos do Porto, como Inácio, o seu braço direito até Jorge Jesus o ter saneado para a SIC (onde faz pandilha com Rui Santos - e sobre este último é curioso que ontem se fez de ofendido pelo não castigo de Slimani, tentando assim salvaguardar alguma imagem de "independência") e o referido Octávio.
 
Não tenhamos dúvidas, nem nos iludamos: o Sporting de hoje é isto. Poucos, muito poucos são os que não apoiam estes métodos e este estilo. Trauliteiro.

9 comentários:

  1. As boas notícias são que se o Benfica aguentar esta fase final e vencer o campeonato, a "estrutura" do zborgeng vai desintegrar-se e podemos ambicionar um Benfica novamente em Grande.

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    1. Meu caro, que essas palavras se possam realizar.

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  2. Ui! Ui! Análise lúcida? O tipo estava com uma bezana de todo o tamanho... O jantar ontem foi bem regadinho... E lógico que em estado de embriaguês vem as verdades ao cimo!
    Estivesse ele lúcido e diria tudo ao contrário!

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    1. in vino veritat est...

      Viva o Benfica!

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    2. Nem mais. Também existe a variante "in vino veritas". Quer dizer, com o vinho a verdade vem ao de cima".

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  3. Ó Frank,

    Quando comecei a ler este teu post, sorri e perguntei cá para os meus botões:
    - Qual a graduação do néctar que esteve subjacente e serviu de plataforma de apoio a tão douta intervenção por parte do ROC?

    Se conseguires rever o programa, fixa-te na coloração do nariz do dito cujo...
    É que ele já ia bem carregado!

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    1. Caro Grão Vasco, sem dúvida! Mas saiu-lhe a boca para a verdade (o tal "in vino veritas"), o que é óptimo porque de certa forma desmonta e ridiculariza ainda mais esta estratégia sportinguista.

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  4. Concordo mas gostava de salientar k o sr.rui santos, tentando agora destacar-se do ridículo k tem sido disse essas palavras mas eu não me esqueço k sobre o assunto Slimani dizia ele na semana passada k devido ao tempo k o castigo estava a levar para ser emitido era mau, se o castigo saísse agora era duplamente mau, ou seja, correu-lhe de feição
    ( demora = mau)
    ( demora + castigo = mau 2X)
    Ora depois de ter dito isto a semana passada vejam-no agora a lavar as trombas, já deve ter levado um toquesinho para ser mais moderado no seu antiBENFIQUISMO por parte da produção k não perde a vergonha de por um "artista" destes a falar de futebol como um entendido na matéria.

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    1. Nenhuma e no seu "Tempo Extra" (de facto o tempo de antena do Rui Santos é todo ele extra, não apenas porque já várias vezes foi anunciado o seu fim e de alguma forma acaba sempre por se prolongar, como também porque é um tempo que não devia existir pela falta de isenção e rigor que exibe), já voltou às conversas alinhadas com a máquina de propaganda lagarta.

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