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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Notas soltas de uma sexta-feira chuvosa

Ainda sobre a Liga dos Campeões, o Bayern aparece como claro favorito a passar às meias-finais, o Real Madrid praticamente já lá está, o PSG deu um passo muito importante para tal e Atlético de Madrid e Barcelona disputarão uma segunda mão de grande intensidade e alto grau de incerteza. O Barcelona é ainda, para mim, favorito, pois quem tem Neymar e Messi "arrisca-se" sempre a ganhar, mas a solidez defensiva do Atlético não deve ser subestimada.

Desta eliminatória resulta a queda de um "mito". Não me refiro à queda de José Mourinho enquanto tal, mas ao desmentido absoluto de que as equipas de Mourinho nunca deixam isto ou aquilo, ou nunca sofrem golos assim ou assado. Todas as equipas perdem e todas cometem erros, por vezes quase inacreditáveis. Quem passa a vida a criticar o Benfica e o seu treinador devia lembrar-se sempre disto.




Mourinho não é nenhum deus e perde tal e qual como os outros. Na passada quarta-feira o seu Chelsea até teve uma boa reacção ao golo sofrido (embora para mim o penalty de que resulta o seu golo não exista pois é Óscar que propositadamente faz o seu pé bater na anca de Thiago Silva - que jogador! - provocando o contacto) mas depois foi completamente banalizado na segunda parte, a ponto de sofrer um dos tais golos infantis que "as equipas de Mourinho nunca sofrem". E se virem bem, Lampard é um dos jogadores que fica pior naquele lance, pois Pastore passa por ele três vezes. Lampard, um dos jogadores mais fiáveis do futebol europeu na última década!

Todos erram, todos falham. Todos menos, claro está, os especialistas que criticam tudo e todos - mas muito especialmente o nosso treinador Jorge Jesus, por este não obedecer aos cânones que eles definiram.

Portugal é, já Camões o dizia, um País onde a inveja se eleva acima de quase tudo o resto e no qual o mérito é constantemente desvalorizado.



Passando então para a Liga Europa, gostaria de destacar ainda mais uma vez o facto do Benfica ter vencido categoricamente sem o seu meio campo habitual e, pior ainda do que isso, tendo durante o jogo sofrido uma lesão do seu habitual 3º centrocampista, Rúben Amorim a quem desejo rápido restabelecimento. É um grande jogador que está a justificar plenamente o seu regresso ao plantel. 

Muitos não terão percebido por que razão Jorge Jesus se riu no fim da entrevista quando lhe perguntaram pela exibição de André Almeida. Aquilo que Jorge Jesus optou por não dizer desta vez (mas a que subtilmente aludiu) é que se não jogar o Fedja "joga o Manuel" (a partir dos 2:50), tal como respondeu há alguns meses quando o questionaram sobre a saída de Matic que, como se viu, não implicou a queda abrupta do rendimento da equipa.


Eu nem sei se devia dizer isto, porque algum maluco ainda se vai lembrar de dizer que JJ está a desvalorizar os seus jogadores... Aquilo que JJ na realidade está a dizer é que a equipa já tem a sua dinâmica e que os jogadores que entram (e que obviamente têm qualidade) sabem o que têm a fazer e integram-se bem na mesma. Parabéns também ao André Almeida pela grande exibição. Não se deu pela ausência de Fedja, a ausência de Enzo, a ausência de Rúben. E começámos a época com Matic... Isto diz muito acerca da qualidade daquilo que está a ser feito no Benfica.

Mas continua a haver gente que se declara insatisfeita! Que protesta, que "exige" isto e aquilo. Eu pergunto-me, o que se passou com esta gente durante os anos 90, depois da enorme equipa que venceu 6-3 em Alvalade ter sido desfeita e termos penado durante mais de uma década sem ganhar o campeonato? Durante os anos negros de Vale e Azevedo? Pelo que dizem hoje, nessa altura imagino que tenham estado à beira do suicídio. 

Aquilo que eu digo é: que os nossos problemas continuem a gravitar à volta do que JJ disse ou não disse. É sinal de que continuamos a ganhar e de que para atacar - porque há muitos que precisam de estar sempre a atacar; é, talvez, algo de muito português - os "críticos", os especialistas, aqueles que sabem tudo e nunca se enganam precisam de se continuar a agarrar a minudências, a ninharias, a insignificâncias. Que os nossos problemas continuem a ser qual o grau de "poupança" que exibiremos em quartos-de-final e meias finais de competições europeias e nacionais, ano após ano. É sinal de que lá andamos constantemente.

Ah, e para finalizar. Jorge Jesus tem toda a razão quando diz que as finais se disputam. Há duas equipas em jogo, pelo que só uma pode ganhar. A mentalidade de "disputar" é a correcta, a mentalidade de que "não se joga" é doentia. A primeira é desportiva e saudável, a segunda nasce de uma atitude de ganhar a todo o custo, implicando que os "outros" são sempre figurantes. A máxima de Mourinho é boa quando se ganha mas torna-se ridícula quando se perde. E não se pode ganhar sempre.

sexta-feira, 28 de março de 2014

União e determinação para vencer em Braga

Convém não confundir as coisas.

Críticas, mesmo que contundentes, a algumas opções não significam que de um momento para o outro deixemos de acreditar nos profissionais do SLB que estão a conseguir levar a época futebolística a bom destino e que têm tudo para alcançar o sucesso.


Não vamos mais uma vez sossobrar nas derradeiras jornadas do campeonato.


Importa pois apontar todas as baterias para Braga. Saibamos aproveitar a única coisa boa que resulta do jogo da Taça - o facto de vários jogadores nucleares terem sido poupados a um forte desgaste (algo que não aconteceu com o adversário de Domingo) para alcançar uma vitória que nos colocará mais perto dos nossos objectivos.


Esta não é a altura de nos desunirmos, começarmos a criticar tudo e todos e criar um mau ambiente interno. Não, muito pelo contrário. É altura de olhar para a frente com determinação e confiança. Com a mesma união que temos tido até agora, sobretudo no departamento de futebol e equipa benfiquista. O plantel não se pode desunir nem deixar ir abaixo pelo que aconteceu. Ninguém desaprendeu do dia para a noite. 

De facto muitas vezes é na derrota que se vêm os verdadeiros campeões, pois todas as equipas têm boas fases e todas um dia perdem. É a forma como reagem a essa derrota que determina o sucesso final de uma época.

Agora é hora do campeonato - a prova mais importante do ano desportivo. Vencer em Braga é um passo muito importante, com ou sem Proença. É altura de nos unirmos e não permitir que as insídias que os nossos adversários lançarão para nos desestabilizar não atingirão o coração do benfiquismo. 

segunda-feira, 3 de março de 2014

Capitães, confiança e campeonatos

O Capitão dos capitães


Coluna deixou-nos e repousa agora no outro mundo. Foi um grande líder e capitão, que estabeleceu grande parte dos elevados padrões que caracterizaram durante décadas a função de um capitão do Benfica. Ganhou tudo o que havia, incluindo duas taças dos Campeões Europeus, caracterizando-se pela sua calma e pela sua visão de jogo. Depois de jogador fundamental no Benfica e na selecção nacional, nomeadamente na equipa de 66, foi seleccionador e dirigente federativo de Moçambique, a sua outra terra natal, de onde era oriunda sua Mãe. Com o minuto de silêncio no Restelo (respeitado sem palmas, o que nos dias que correm é uma raridade), Estádio também cheio de história, onde jogou um outro grande moçambicano, Matateu, cumpriram-se dignadamente as cerimónias em memória de Coluna. Que descanse em Paz.

"Confiança a mais"


O Benfica tem feito (quase) tudo bem e merece evidentemente elogios (tanto mais que aqui não escrevia desde o jogo na Grécia). Vencemos o Guimarães, voltámos a vencer os gregos por uns concludentes 3-0 e vencemos ontem no Restelo. 
Apesar disso e como queremos que o Benfica vença sempre e sobretudo saia largamente vencedor no fim do campeonato (se possível com o Campeonato e mais um ou dois títulos), convirá deixar algumas notas de preocupação que podem servir de aviso.
Jorge Jesus falou nos perigos de um excesso de confiança e isso poderá estar a acontecer. Depois de marcar, quer contra o Guimarães, quer contra o Belenenses, a equipa abrandou, a meu ver demasiado e expôs-se a um golpe de sorte do adversário.
Ontem tivemos muita sorte pois esse golpe de certa forma existiu e foi uma decisão polémica que evitou que o Belenenses empatasse já na segunda metade da 2ª parte. Digo polémica e não errada porque penso que se trata de uma questão de interpretação. O jogador em fora de jogo está a obstruir (pelo menos) o campo de visão do guarda redes e a bola vai exactamente para onde ele se encontra. Nada garante que, não estando ali o jogador, Oblak não pudesse avançar para antecipar melhor o desenlace da jogada. Não é por isso claro que o jogador não interfira na jogada. 
De qualquer modo o ponto aqui é que o Benfica deveria ser capaz de resolver estes jogos marcando mais um golo para se colocar a salvo de qualquer eventualidade. As equipas que hoje jogam contra o Benfica marcam praticamente todos os livres à frente da linha de meio campo directamente para a área, numa esperança que surja um golo quase do nada.
Claro que isto demonstra algum desespero e descrença em conseguir chegar à nossa área através de jogo corrido, mas faz-nos lembrar de que no futebol um golo pode acontecer a qualquer momento, de um erro, um lance de inspiração ou um completo bambúrrio. 

Admite-se que a equipa possa estar a fazer gestão de esforço, embora neste ano não existam para já razões aparentes para muito cansaço. Tem havido - e bem - rotatividade e ainda não jogámos assim tantos jogos. Mais preocupante será se houver jogadores que estejam já fatigados e a precisar de algum repouso porque agora é que a época vai começar a "doer" (e disso falaremos adiante). Vejo alguns sinais desses em Enzo Peres, ao passo que Fedja e Rodrigo também não me parecem no melhor momento.

Campeonato e outras competições


Como aqui tenho enfatizado vezes sem conta, o campeonato é a prioridade absoluta da época, à qual temos que submeter tudo o resto.

Isso significa que a gestão dos jogos tem que ser feita para que os jogadores que são primeira escolha possam estar em condição física ideal para os jogos do campeonato, o que por sua vez implica que alguns deles terão que ser poupados nos jogos europeus e na Taça da Liga. A ideia de que "hoje em dia" os jogadores jogam sem problemas duas vezes por semana e que "basta olhar para Inglaterra" é errada porque: 1º em Inglaterra há rotatividade, aliás há mesmo um hábito enraizado de rotatividade; 2º o rendimento das equipas na "ressaca" dos jogos europeus importantes, incluindo as equipas de topo, é invariavelmente inferior ao habitual e muitas das vezes resulta mesmo em derrotas. 

Nesta medida, a eliminatória com o Tottenham deve, pelas razões aditadas e pelo facto do campeonato ainda não estar resolvido, obedecer a esta lógica, dando-se pois oportunidade aos que menos têm jogado. 

A vantagem de que o Benfica dispõe é importante mas ainda não decisiva. 5 pontos é uma vantagem interessante mas que não permite quaisquer deslizes (como os últimos dois anos demonstraram). Para que ela se torne numa vantagem mais folgada e possivelmente já decisiva, o Benfica precisa de vencer os próximos jogos, começando já no fim de semana com o Estoril e depois com o Nacional. (O calendário desta fase encontra-se aqui). Vencendo esses jogos, o Benfica beneficiará da perda de pontos de Porto ou Sporting, ou ambos, no clássico da 23ª jornada.
O campeonato deve-se pensar jogo a jogo mas esta época podemos ambicionar assegurá-lo ainda algumas jornadas antes do fim. Precisamos para isso de continuar a vencer, como até aqui. Se o Benfica às vitórias desejadas sobre Estoril (que seria ademais importante para ultrapassar definitivamente o trauma da última época que começou a desenhar-se precisamente no jogo contra o Estoril na Luz) e Nacional (onde também perdemos pontos e Proença expulsou Cardozo e Matic no jogo da época passada), juntar vitórias nos dois jogos seguintes (recepção à Académica e visita a Braga) não tenho qualquer dúvida de que logo aí ficaremos virtuais campeões. 
O meu ponto era porém sobretudo este: se no fim de Março, após defrontarmos o Braga, tivermos uma vantagem mais ampla sobre o segundo classificado, que deverá ser o Sporting, então podemos dar mais atenção a outras competições (caso ainda nelas estejamos) designadamente a Liga Europa. 
Estamos a chegar a um momento muito importante da época, com as jornadas que se avizinham, potencialmente decisivas, e a eliminatória com o Tottenham que será muito difícil, sobretudo dada a necessidade de salvaguardar alguns dos principais jogadores, e ainda a meia-final da Taça de Portugal, a duas mãos com o Porto, isto para já não falar da Taça da Liga, também disputada no dragão.

Outras efemérides 


Luisão atingiu duas marcas impressionantes: 100 jogos europeus e 400 jogos em todas as competições pelo Benfica. São números impressionantes de um jogador fundamental para o Benfica esta época (como em muitas anteriores) e que pela sua presença tem contribuído para a estabilidade  e para a recuperação da identidade do Benfica. Parabéns ao nosso capitão.

Jorge Jesus também está de parabéns por ter feito o jogo 250 pelo Benfica, tornando-se o segundo treinador com mais jogos e o segundo com mais vitórias. Faltam-lhe 20 jogos e 18 vitórias para atingir o primeiro lugar.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

As preocupações dos benfiquistas

Por estes dias o Benfica está em 1º lugar no campeonato e continua noutras competições. A equipa tem subido de rendimento e fez ultimamente alguns bons jogos. Venceu o Porto de forma clara algo que, apesar de dever ser normal, não acontecia há vários anos. 

No entanto percorrendo a blogosfera, dir-se-ia que o Benfica estava num momento desastroso, afastado da luta pelo título e com exibições miseráveis. De facto as críticas são tantas e tão constantes que seríamos levados a pensar assim se não soubessemos que a realidade é felizmente outra. 

Não defendo obviamente uma atitude acrítica por parte de ninguém, mas tudo tem limites. Quando, num momento destes, com o nosso clube envolvido em vários desafios da maior importância e sabendo da falta de princípios do nosso principal adversário, muitos benfiquistas se dedicam diariamente a encontrar temas para criar polémicas ou atacar quem está à frente dos destinos do clube, algo não vai bem na blogosfera benfiquista e merece ser reflectido. 

Quem publica em blogs gosta de ser lido, isso é evidente e legítimo. O que me parece muito discutível do ponto de vista do benfiquismo é instrumentalizar o clube nessa ânsia de audiências, por vezes levantando e empolando temas que só fomentam a dissenção e a divisão interna. 

Nos últimos dias houve "polémica" atrás de polémica, muita dela fomentada pelos próprios benfiquistas. 

Assim de repente lembro-me das seguintes:

Matic não deveria sair do clube.
Jesus desrespeitou a formação.
Artur está triste e no aquecimento só defende com os pés (garanto-vos que li isto!).
Não há gala do Benfica este ano.
André Gomes só entrou no tempo de descontos contra o Marítimo.
O irmão de Matic foi-se embora (polémico por vir, polémico por partir).
O relvado não está em condições.

Não acham que chega de tanta choradinho?

A saída de Matic obviamente não era desejável. Mas há que saber olhar para as coisas de forma realista. Matic queria sair, isso era evidente e o próprio já o disse. Depois da não fazer nenhuma venda relevante no início da época e da não continuação na Liga dos Campeões, o Benfica precisava de receitas, ou seja de vender alguma das suas "pérolas".

Matic podia ter rendido mais mas não se pode esquecer que ele chegou ao Benfica oriundo do Chelsea incluído no negócio de David Luiz. Nessa altura recebemos 25 milhões de euros mais Matic. Agora recebemos mais 25 milhões. Acho que não nos podemos com seriedade queixar muito deste negócio porque na prática um jogador (David Luiz) que fomos buscar quase a custo zero com 17 anos rendeu-nos 50 milhões de euros mais um "empréstimo" de Matic por dois anos e meio. E por favor não me venham dizer que estou a defender Luis Filipe Vieira por isto ou por aquilo porque já o critiquei no passado e voltarei a criticar no futuro se achar que ele o merece. Sou absolutamente independente de qualquer poder ou grupo dentro do Benfica e digo exactamente o que penso depois de tentar analisar as coisas o melhor que consigo.

Aquilo que é importante agora é gerir bem a saída de Matic e de preferência não vender mais ninguém. A saída de Rodrigo em particular seria a meu ver desastrosa, pois Cardozo poderá não voltar a jogar na presente época e Lima não está num grande momento sobretudo na finalização, que é o mais importante. 

Quanto à questão das declarações de Jorge Jesus sobre substituir Matic através da formação, claro que não foram felizes, como logo se percebeu. No entanto o próprio veio rectificar o que dissera e afirmar que não desejara ofender ou diminuir a formação do Benfica. Por outro lado, os míudos, na sua reacção a quente demonstraram o seu amor pelo Benfica ao afirmarem que jogar no seu clube é o sonho que alimentam e do qual não abdicarão. Não há pois razão para - os próprios benfiquistas - empolar este caso.

Quanto ao resto são questões perfeitamente secundárias e folclóricas que não devem de modo nenhum preocupar os benfiquistas. Não vale a pena andar com tanto excitamento à flor da pele. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Fotos do clássico

Aqui ficam mais fotos que permitem, aos que não puderam estar no Estádio, sentir um pouco do ambiente fantástico que se viveu no Domingo - e que muito se deve ao facto do jogo ter sido às 4 da tarde, que por sua vez só é possível devido à decisão de manter os direitos no clube e transmitir os jogos na BenficaTV. Desde o início que achei esta decisão fundamental para o Benfica, no sentido de romper com o "sistema" e mudar o caminho (viciado) do futebol português.
Desde já informo que há mais fotos na página "Estádio da Luz", que podem encontrar aqui no blog no separador que se encontra no topo da página e que temos ainda mais fotos e também um vídeo HD dos momentos que antecederam o jogo (e nomeadamente quando se cantou o hino do Benfica) na nossa página no Facebook.
Quanto às fotos abaixo, podem clicar para ver em tamanho maior.







quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A última entrada em campo

O melhor jogador do Benfica de todos os tempos e certamente um dos melhores futebolistas da história do futebol despediu-se na segunda-feira num dia de grande emoção para todo o País.
Com a morte de Eusébio parte deste mundo um símbolo de Portugal, ainda para mais de uma era que praticamente já não existe, o que deixa uma nostalgia acrescida. 
Em 1999 tinha partido Amália, igualmente uma "bandeira", um emblema de Portugal, uma daquelas figuras que se distinguem claramente da multidão e que atingem uma dimensão internacional.
Tal como Amália, Eusébio tinha essa qualidade intraduzível da genialidade, uma espécie de aura que o rodeava. Tal como ela, teve fama internacional, actou ao mais alto nível no estrangeiro e foi reconhecido nas mais diversas partes do mundo, projectando o nome de Portugal numa altura em que praticamente só se falava do nosso País por más razões.
Durante muitos anos eles constituíram um factor de reconhecimento e apreço por Portugal no mundo. Neles se retratavam aspectos muito importantes da cultura portuguesa, nomeadamente o seu carácter multi-racial e quase universal.
Já não vi Eusébio jogar mas tenho a plena consciência de que o Benfica é o que é devido a ele. As suas características de grande humildade (a humildade que só os verdadeiramente grandes podem ter), grande desportivismo e respeito pelo público, pelos adversários e pelos árbitros são um exemplo para todos nós. Eusébio foi um autêntico cavalheiro do futebol.

Não podia pois deixar de me associar a esta homenagem e segunda-feira lá estive à hora de almoço para a despedida  que Eusébio pediu: no Estádio da Luz, a sua casa, entrando por uma última vez em campo, indo ao centro do terreno e dando depois uma volta ao mesmo, saudando as bancadas.

Cheguei um pouco antes das 13.30h e a atmosfera era especial, de profundo respeito, genuíno reconhecimento e grande benfiquismo. Apesar dos muitos milhares nas bancadas, o silêncio fazia-se sentir.
A dada altura começaram os cânticos, sentidos e apropriados, de um sector da bancada, intercalados com novos períodos de um silêncio expressivo e significativo. Cantou-se o hino do Benfica.

Chega finalmente o corpo de Eusébio. Pela última vez entra em campo, vai ao centro do terreno e por um momento o vejo, já retirado, com os seus óculos e o seu sorriso, a acenar para a bancada. O público aplaude. E depois dá a volta, despedindo-se de todos e todos se despedindo dele. Canta-se o hino de Portugal, grita-se Eusébio.

O Benfica e o País - e sublinho a atitude sincera e bonita de tantos rivais nas cores clubistas que se associaram às homenagens - souberam despedir-se de Eusébio. As enormes alegrias que ele proporcionou foram reconhecidas. Eusébio teve uma estátua em vida, algo que é raro acontecer e que deve ser creditado a quem o idealizou e quem o realizou. A despedida na Luz foi muito especial, tal como o foi pelas ruas de Lisboa, algo que já só acompanhei na televisão.

A partir de agora os valores que Eusébio representava têm que ser interiorizados de uma forma diferente pelos benfiquistas para fazer do nosso clube um clube novamente grande, novamente vitorioso, novamente temível a nível mundial. 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O King parte em dia de Reis

Eusébio é, de certo modo, o Benfica.
 
Além de ter sido o melhor jogador de sempre do Benfica, simboliza o que de melhor o nosso clube representa: a classe, a humildade, o espírito vencedor, o desportivismo, o cavalheirismo.
 
Eusébio encarnou e reinterpretou como ninguém a mística benfiquista. Foi um grande campeão e graças a Deus manteve-se ligado ao clube até ao fim.
 
Eusébio, como o Benfica, não morre. Continua vivo na memória e no sentimento de todos os benfiquistas, de todos os Portugueses e de todos os amantes do futebol espalhados pelo mundo.
Um símbolo, uma bandeira, um modelo.
 
Parte da homenagem foi feita ontem. Seria bonito - e justo - que milhares de benfiquistas acorressem hoje, pela hora de almoço, ao Estádio que foi e continuará a ser sempre a casa de Eusébio, para das bancadas o ver e saudar pela última vez, correspondendo a um dos poucos desejos que expressou dirigido ao povo benfiquista.
 
A todos os que puderem, não deixem de estar presentes nesta homenagem.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Rodrigo na 1ª vitória em Bruxelas

O Benfica conseguiu uma vitória importante e saborosa em Bruxelas, num terreno onde nunca tinha ganho e contra um adversário que nos provocou um enorme dissabor há 30 anos atrás.
Não existindo obviamente comparação entre essa equipa e esta (o futebol mudou radicalmente desde a lei Bosman, que só beneficiou os mais ricos), penso que terá havido alguma desvalorização deste adversário, induzida por resultados e prestações de facto muito fracas. 
O que a meu ver, o que poderá ter acontecido nas primeiras jornadas (em que perdeu com PSG 0-5 e com Olympiacos 0-3) é que nessa altura, acreditando na qualificação e não tendo muita experiência de Champions, a equipa belga jogou de igual para igual com os seus adversários e tentou mesmo e assumir o controlo dos jogos em sua casa contra aqueles adversários, pagando depois um elevado preço. Diz quem viu que o jogo Anderlecht-Olympiacos foi de grande domínio dos belgas, tendo depois os gregos marcado em contra-ataque, numa demonstração do futebol cínico que já bem conhecemos.
O futebol belga é pelo contrário franco e agressivo, o que constitui o seu mérito e a sua fraqueza, que ontem ficaram bem patentes. Não tenhamos porém dúvidas: esta equipa é bem mais forte do que o Áustria de Viena...

Já o Benfica, percebendo que em casa o Anderlecht seria agressivo e pressionante, optou por lançar Fedja para acompanhar Matic e Enzo, opção que foi criticada por alguns especialistas mas que a mim me parece correcta. Havia que ocupar os espaços e não permitir que o adversário embalasse. Penso que isso foi parcialmente conseguido. O golo dos belgas surgiu um pouco num vazio, sem que o jogo o justificasse. 

É verdade que a equipa não teve depois muita fluidez mas isso também já aconteceu contra o Braga e em alguns outros jogos nos quais o desenho de meio-campo não foi este. Penso que há que dar alguma margem para este trio poder evoluir, pelo menos em jogos de maior grau de dificuldade. Matic e Fedja já jogaram juntos na Sérvia pelo que existe compatibilidade. Se se verificar no futuro que isso é prejudicial à equipa, deve-se mudar, mas a meu ver a prova não está ainda feita. Pelo contrário considero que há potenciais benefícios em termos da coesão defensiva mesmo que ontem eles não tenham sido muito evidentes.

Depois do Benfica ter dado a volta ao jogo, devendo ser destacado o grande golo de Gaitan, tivemos mais algumas oportunidades para "matar" definitivamente o jogo, algo que não conseguimos e que poderia ter saído caro: numa demonstração de um futebol agressivo e objectivo, o Anderlecht marcou numa jogada simples e directa. O sonho da Liga dos Campeões parecia acabar ali.

Nos minutos finais surgiram dois jogadores que indiscutivelmente têm qualidade e em quem continuo a depositar esperança: Rodrigo evidentemente, mas também Sulejmani. Deste último saíram um conjunto de assistências que bem demonstram a sua qualidade no último passe. Espero sinceramente que o Benfica possa tirar muito mais partido da sua técnica e da sua classe. 

Quanto a Rodrigo, apesar de feliz na forma como a bola entra, teve mérito de correr e acreditar e fico muito feliz pelo seu regresso aos golos, ainda para mais num jogo importante (só a última jornada dirá realmente o quão) e nos instantes finais do jogo. Espero que este seja o regresso de Rodrigo, que não era o mesmo desde San Petersburgo. 

Agora ficamos à espera de um milagre na última jornada, na qual o Benfica precisa de fazer melhor do que o Olympiacos. O Benfica recebe um Paris Saint-Germain milionário mas já qualificado, o Olympiacos recebe um Anderlecht pobrezinho e já eliminado. Como digo, seria preciso algo de muito especial para nos qualificarmos e realisticamente a Liga Europa é o destino mais provável. 

Mas seja como for, o Benfica tem obrigação de fazer um grande jogo e vencer. O Benfica é o Benfica, e essa realidade tem que ser demonstrada face a um adversário que faz parte dos "galácticos" de hoje em dia. O Benfica é o Benfica e isso equivale a que jogar no seu Estádio tenha que ser sempre temível para qualquer adversário. Com ou sem continuidade na Liga dos Campeões, a vitória é essencial.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Modalidades à conquista de títulos

Porque o Benfica não é só o futebol, convém periodicamente fazer um ponto de situação das modalidades.

Como é do conhecimento de todo o benfiquista minimamente informado, no hóquei em patins o nosso clube conquistou recentemente a Taça Continental (equivalente à Supertaça Europeia no futebol), vencendo o Vendrell, e a Taça Intercontinental, vencendo o Recife. Duas importantes conquistas internacionais que se juntam ao título de Campeão Europeu (vencedor da Liga Europeia) conquistado com todo o brilhantismo no fim da época passada no ringue do Porto. Na edição deste ano da prova, o Benfica segue em primeiro do seu grupo com duas vitórias. No sábado, o Benfica venceu fora o Quévert da França por 5-4.

No campeonato, disputadas 4 jornadas, o Benfica está em 3º lugar com 10 pontos (3 Vitórias e 1 empate). Na última jornada, disputada na quarta-feira, vencemos o Juventude de Viana em casa por uns claros 10-4. A equipa está em grande forma, importando manter esta cadência de vitórias e conquistas. A qualidade e o espírito parecem estar lá. Na próxima jornada, já quarta-feira, vamos ao terreno do Tomar e sábado recebemos o Cambra.

No andebol, modalidade em que o Benfica tem apenas 7 campeonatos e 4 Taças (para além de 4 supertaças e 2 Taças da Liga), não sendo campeão desde 2008, a equipa parece este ano mais forte e está mesmo em primeiro lugar, embora o Sporting tenha um jogo a menos e o Porto dois. Neste momento nas competições europeias estamos a meio da eliminatória contra uma equipa húngara à partida mais forte. Na primeira mão perdemos em casa por um golo e a segunda disputa-se no sábado. Depois disso virá um jogo muito importante no Porto. Após vencer o Belenenses de forma concludente neste fim de semana (27-20), uma vitória sobre o Porto pode projectar a equipa para o tão ambicionado título, embora seja ainda cedo. O Benfica está a concretizar muitos golos, importando agora garantir segurança defensiva para passar este teste que, repete-se, é importante para as nossas aspirações. Na Taça, iremos disputar os 16s de final no Restelo.

No basquetebol, modalidade tradicionalmente mais forte do Benfica a seguir ao futebol (24 campeonatos e 18 taças, entre muitos outros títulos num total de 66), o Benfica está em primeiro a par do Guimarães, com 4 vitórias e uma derrota, estando apurado para os 8s de final da Taça. Esperam-se títulos até porque a nossa equipa é claramente a mais forte.

No Voleibol, o Benfica está em 2º, com 27 pontos em 10 jogos, a 3 do Fonte Bastardo. Neste fim de semana derrotámos o Castelo da Maia por 3-0 e depois o Guimarães, para a Taça, também por 3-0. Também aqui se espera que o nosso clube conquiste pelo menos um título maior.

Em relação ao futsal, nada se decidirá na fase regular, na qual o Benfica se encontra em 1º lugar, com apenas 1 empate e 1 derrota em 12 jogos. As decisões nesta modalidade ficarão para o fim, para os playoffs, mas naturalmente que a vitória sobre o Sporting em Loures (8-7) constitui um bom sinal, tal como a vitória sobre o Belenenses na semana anterior (4-1). Este ano teremos também que contar com o Braga que já nos derrotou. O último resultado foi uma vitória sobre o SL e Olivais por 5-2 no passado sábado.

Finalmente, embora não se tratando de uma "modalidade" suplementar mas de um campeonato paralelo e inferior, deixamos aqui também uma palavra acerca da equipa B. Na última jornada, esta nossa equipa secundária venceu a Oliveirense por 4-3. No entanto este jogo poderia e deveria ter sido bem mais tranquilo: o Benfica acabou a primeira parte a vencer por 3-1 mas deixou-se empatar e só nos últimos minutos alcançou o golo da vitória. Um "filme" parecido tinha acontecido duas jornadas antes, com a equipa a desperdiçar uma vantagem de 2 golos (3-1 e 4-2), acabando por empatar a 4 com a União da Madeira. O Benfica B tem mostrado alguma qualidade, sendo um espaço de crescimento a afirmação para muitos jovens talentos, como Bernardo Silva, João Cancelo ou Ivan Cavaleiro, bem como de rodagem de alguns jogadores da equipa A. No entanto por vezes haverá talvez demasiadas opções de onde resulta muita rotatividade e pouca rotina. Na defesa isso reflecte-se de forma mais visível. Parece-me porém que Hélder terá que trabalhar mais os aspectos defensivos. Somos a equipa com mais golos marcados mas apenas 3 equipas têm mais golos sofridos. O Benfica B está em 8º lugar, a 9 pontos do 1º (Portimonense) e atrás dos seus rivais B. Na próxima jornada, disputada quarta-feira iremos ao terreno do Feirense, actual penúltimo. 




segunda-feira, 8 de julho de 2013

Benfica 2013/14 - mais do mesmo?

Começo a ficar cansado, como é notório para quem costuma visitar este blog.

Vejo com preocupação o que se passa no Benfica. A falta de exigência, a falta de responsabilização, um certo irrealismo começam a ser a regra no Benfica.

O fim de época passada foi  o que se sabe. A derrota na final da Taça contra uma equipa remendada do Vitória foi inaceitável.

Deveria ter obrigado a uma reflexão por parte de todos. A um enorme cerrar de fileiras e a uma concentração redobrada no trabalho para a nova época. A uma política de comunicação sóbria, discreta, minimalista. À definição de um rumo claro para que não se repetissem os erros decisivos do final de época passada.

E o que se verifica?

Um treinador que parece já ter esquecido que esteve de joelhos, que chorou, que foi quase agredido e cuspido, a falar em "hegemonia" (!!) do futebol português. Alguém que não é campeão há 4 anos!!

Uma política de vendas e contratações que, apesar de algumas decisões acertadas, parece errática e pouco coordenada.

Eu não quero sequer acreditar que Steven Vitória, um jogador com inquestionável qualidade, possa ser um novo Capdevilla. Mas as declarações de Jorge Jesus fazem-me temer esse cenário. Instado a falar dos reforços para a defesa nem sequer mencionou o seu nome!! Depois, "relembrado" pelo entrevistador (um vice-presidente, o que é outra originalidade neste Benfica) de que havia ainda o luso-canadiano, JJ lá diz que sim, que o jogador até pode ser uma solução, que tem alguma qualidade e que é Português o que "pode ser importante para a Champions". Ou seja, dá ideia que Steven Vitória vem para fazer número ou preencher "quotas" de jogadores portugueses. Na SIC disse-se hoje que "não é líquido que Jorge Jesus queira Steven Vitória no plantel".

Sublinho, nem quero acreditar numa coisa destas.

Depois há o caso de Miguel Rosa, cuja situação, tanto quanto sei, continua por definir. Não me interessa que o jogador possa ter 24 anos, em contraposição com jogadores mais novos das equipas B. 
24 anos é suficientemente novo para ainda poder evoluir quando o ponto de partida (melhor jogador da segunda Liga, consecutivamente eleito em todos os meses como tal) já é bastante razoável.

E finalmente o de Rúben Amorim. Depois de se ter portado mal com o Benfica e o seu treinador, irá aparentemente integrar o plantel e foi, de acordo com "A Bola", abordado para renovar!

Quanto às aquisições, também fiquei surpreendido com as declarações de Jorge Jesus, de acordo com as quais Djuricic afinal não é sucessor de Aimar mas antes um "9 e meio", um jogador "do tipo de Saviola". 


Se este é o caso, parece-me então que contratámos 3 jogadores para a mesma posição: Djuricic, Sulejmani e Markovic.

Para ajudar à "festa", Jesus diz que "é quase impossível que Matic não saia". Como???

O Benfica quer empurrar o seu melhor jogador, o melhor jogador da Liga na época passada, para a porta da rua? Mesmo que esse fosse um cenário provável, desde quando se fazem declarações deste tipo? Acerca de um atleta exemplar que várias vezes já disse estar contente e querer dar o seu contributo para que o Benfica agora conquiste os títulos que merece?? 

E depois vejo os adeptos e os blogs a falarem de calendários "cozinhados" e de novas perseguições ao Benfica. Isto porque - imagine-se - vamos ter que jogar contra os adversários numa certa ordem, que pelos vistos nos será desfavorável. O ponto a que se chegou...


Tudo neste Benfica me começa a parecer demasiado estranho.


Daí algum cansaço e menor tempo dedicado a este blog. Começo a temer que a época que se avizinha venha a ser a repetição de um filme já demasiadas vezes visto nas épocas passadas: muita conversa e zero (ou perto disso) de resultados. E para isso já dei demasiado na época passada em que atingi o meu limite de ilusões com o futebol e com este Benfica.

Espero estar enganado.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Que lição! QUE LIÇÃO!!

Vitória ENORME do hóquei do Benfica ontem!

O Benfica é Campeão Europeu depois de ter batido o Barcelona (nos penalties) nas meias-finais e o Porto por 6-5 na final, disputada como se sabe no "dragão caixa". No seu percurso até à final o Benfica não teve derrotas, apesar de ter defrontado as melhores equipas europeias.

É uma vitória que merece ser exaltada e estudada!

Finalmente o Benfica está a acordar! 

Foi preciso levarmos muito na cabeça, mas finalmente os nossos dirigentes começam a acordar.

E nesse acordar conseguiram desde logo despertar instâncias nacionais e internacionais para uma realidade que vive fora da lei há já demasiado tempo.

Já o ano passado eu o tinha afirmado, insisti depois do jogo do campeonato à 29ª jornada (em relação ao qual o Benfica - mal - se calou) e este fim de semana confirmou-se plenamente. Os adeptos do Porto comportam-se como selvagens perante a passividade de toda a gente, desde as autoridades (polícia, Ministério da Administração Interna, tribunais) às entidades federativas, que assobiam para o ar e olham para o lado, fingindo que tudo está bem.

Não está!

Não esteve no campeonato nacional de futebol, pois não é normal que as ruas e as imediações do Hotel onde o Benfica ficou em Gaia estivessem cheias de marginais que estavam ali não apenas para insultar e intimidar como para tentar atacar, como matilhas de lobos, os BENFIQUISTAS DO NORTE que corajosamente ali foram apoiar e incentivar a sua equipa. NÃO É NORMAL que durante a noite tenham sido explodidos petardos e perturbada a ordem pública para evitar que os nossos jogadores tivessem o seu repouso. NÃO É NORMAL que tenha sido montado quase um CERCO ao local de estágio da nossa equipa que exigiu O MAIOR POLICIAMENTO JAMAIS REALIZADO PARA UM ENCONTRO DE FUTEBOL EM PORTUGAL. Os adeptos do Benfica do Norte tiveram que, no dia em que o Benfica chegou a Gaia, fugir perante hordas de selvagens que os queriam atacar. A polícia teve que disparar shotguns! E depois diz-se na comunicação social que a chegada do Benfica se deu SEM INCIDENTES!!

Sábado voltaram a registar-se cenas absolutamente lamentáveis, indignas de um Estado de direito, em dois recintos do clube regionalista do Porto. O primeiro no "Olival", onde mais uma vez não souberam perder e desataram à pancada. Estiveram bem os atletas do Benfica em não recuar, em não se deixar intimidar!

O que é isto? Agora temos que levar e calar? MUITO BEM os jovens benfiquistas, em vencer o campeonato sobre o fim do jogo e ao afirmar COM CORAGEM o seu direito a festejar essa conquista!

Mas ainda no sábado outros incidentes se davam noutro recinto, com a complacência (ou mesmo beneplácito) da nossa triste, enfadonha e adormecida comunicação social.

Para além de festejarem os golos do Barcelona como se fossem seus, os adeptos do Porto, os tais que passam a vida agora a dizer que estamos com uma "cabeça" e um melão, afinal ainda tentaram agredir os CORAJOSOS adeptos do Benfica que foram ver o seu clube disputar a "final four" da Liga dos Campeões em Hóquei em Patins, disputada na tal "caixa de dragão". Quem estava afinal com melão? Quem são afinal os arrogantes, os ressabiados? E isto num jogo em que o clube do Porto nem sequer intervinha!

Pois bem, depois desta vergonha, depois dos adeptos do Benfica, volto a sublinhar, gente de uma enorme coragem, terem sido retirados pela pouca polícia presente, o nosso clube assumiu finalmente uma posição de força e disse BASTA!

Basta de demando, de conluio entre polícia e marginais do Porto, basta de agressões impunes, de ambientes anti-desportivos, de intimidação e coação!

Finalmente não íamos ser os bombos da festa. Não jogaríamos a não ser que houvesse condições de segurança MÍNIMAS.

Esta atitude já deveria ter sido assumida no futebol e espero que sirva de exemplo para o futuro!

Depois desta posição, a entidade que gere o Hóquei a nível europeu tomou finalmente uma atitude e pôs o Porto em ordem! Ou havia condições mínimas ou o Porto era suspenso. A própria PSP do Porto finalmente foi também posta na linha!

E assim os nossos atletas entraram no ringue para jogar hóquei!

E fizeram uma exibição À BENFICA. Com muita humildade, muita raça, muito querer e muita crença. Com ÁRBITROS INTERNACIONAIS a coisa também muda de figura: apesar de algum caseirismo (o Porto não "chegou" às 10 faltas ao passo que o Benfica ficou nas 14) a coisa foi relativamente equilibrada. Para o campeonato, os árbitros teriam conseguido tirar algum coelho da cartola para garantir ao Porto mais um jackpot.

Assim foi o que se viu: uma atitude extraordinária dos nossos hoquistas, nunca se desconjuntaram apesar da entrada forte do Potro, sabendo ir atrás do resultado, nunca entraram em pânico, souberam sempre resolver as situações na defesa com tranquilidade e tiveram o mérito de defender com humildade quando foi preciso e ser incisivos e letais no ataque. Uma grande vitória do Benfica e um grande feito do nosso hóquei.

Muito bem esteve desta vez a comunicação do Benfica, ao denunciar não apenas o ambiente de terror vivido no sábado mas também a VERGONHOSA transmissão da RTP, que mais parecia o canal do Porto. Foi clara a surpresa e desalento dos comentadores da TELEVISÃO PÚBLICA aquando do golo que nos deu o título Europeu.

Notável a coragem dos adeptos que estiveram no Porto e que só puderam entrar com a segunda parte do jogo a decorrer, mas bem a tempo de fazer a festa.

UMA LIÇÃO. E QUE LIÇÃO!!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Amanhã quero que JJ se volte a ajoelhar

Mas desta vez com os braços erguidos para cima, para agradecer aos Céus uma conquista histórica.

Jorge Jesus merece e o Benfica também.

O Benfica como instituição, os seus jogadores e sobretudo os seus adeptos que tanto têm dado ao clube, muito em particular nesta época. Que os últimos jogos façam dela um marco memorável da nossa história.

Amanhã quero ver Jorge Jesus voltar a ajoelhar e todo o País e milhões de Portugueses e seguidores do Benfica por todo esse mundo fazerem o mesmo. Um ajoelhar de semi-incredulidade mas de profunda alegria. Um ajoelhar de coração cheio!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Tragam essa Taça!

Força benfiquistas.

Sofri muito sábado, mas também senti desde então um tremendo conforto e força de todos os benfiquistas que sofreram como eu e tiveram a força para conseguir encaixar o embate e levantar-se. Para jogar de novo, para tentar encaminhar uma época que tem sido tão espantosa para o desfecho que merecemos.

O medo é natural e humano, mas a capacidade de não ceder ao medo é a virtude que se chama de coragem. O sofrer e sentir a desilusão também são humanos - a tentação de desistir paira - mas a capacidade de nos erguermos de novo e enfrentar novo desafio, não cedendo ao desânimo, constituem a temperança e a fé.

Isso tenho sentido por parte de todos os benfiquistas, que vejo acreditarem na equipa apesar das adversidades.

Todos sabemos que o Chelsea é uma potência do futebol, que é favorito, que é o Campeão Europeu. Ainda assim acreditamos que é possível vencer.

Entre Chelsea e Benfica só um poderá vencer depois de amanhã. Tenho esperança de que seremos nós. Independentemente do resultado estarei com o Benfica antes, durante e após o jogo.

Este é um momento singular na história de um clube. Esta é uma grande final, entre dois clubes com uma grande história - uma mais antiga e outra mais recente - nas competições europeias. O Benfica é bicampeão europeu, títulos alcançados em 61 e 62, venceu a Taça Latina em 1950 e esteve em mais 5 finais da Taça dos Campeões (63, 65, 68, 88 e 90) e uma final da Taça UEFA (82). O Chelsea é campeão europeu em título (2012), venceu duas Taças das Taças (71 e 98) e esteve na final de 2008 ganha pelo Manchester United.

Estamos onde estamos por mérito próprio, sem ajudas nem favores de ninguém. Conseguimos dar a volta à eliminatória das meias finais na qual tivemos dois penalties contra. Eliminámos o Bayer Leverkusen, 3º classificado da Alemanha a seguir aos actuais dois finalistas da Champions, com vitórias nos dois jogos. Eliminámos o Bordéus e o Newcastle.

23 anos depois voltamos a estar numa final por mérito próprio. Isso está adquirido e ninguém nos pode tirar. Falta agora o passo seguinte: vencer o jogo e trazer o troféu.

Força Jorge Jesus, força atletas do Benfica. Vocês conseguem.

Tragam essa Taça!

sábado, 11 de maio de 2013

Aguentem corações!

Nós só queremos o Benfica Campeão - é a mensagem que há vários meses transmitimos à nossa equipa.

Estamos em 3 frentes mas hoje só o campeonato conta.

A todos os benfiquistas desejo um grande jogo, uma grande noite de futebol.

Quero-vos encontrar a todos mais logo no Marquês!

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Semana histórica

O Benfica está à beira de uma das melhores épocas de sempre.

No cenário de sonho, vencendo as 3 finais que faltam (Porto, Amsterdão e Jamor), o Benfica consegue o que NUNCA conseguiu até hoje na sua história: juntar à "dobradinha" um título europeu.

Estamos à beira de fazer história. Conseguimos estar nesta posição, que é obviamente extremamente difícil, graças a um grande trabalho e um imenso mérito, mas é também um facto que ainda nada está ganho.

Nos próximos 8 dias porém dois títulos poderão estar conquistados! É para esse cenário que os jogadores têm agora que olhar. Com excepção do gigantesco Bayern de Munique (que inclusivamente já garantiu o campeonato alemão), nenhum outro clube europeu está nesta posição!

O Benfica tem sido consistentemente a melhor equipa do Campeonato, com alguma superioridade sobre o Porto. Essa superioridade não se refletirá totalmente na classificação (onde a questão poderia já estar resolvida não fossem factores estranhos ao normal desenrolar das provas desportivas e não será uma "capelada" que branqueará tais factores) mas ainda assim o Benfica parte em vantagem para o estádio das antas ou "dragão". Esta é a realidade.

Não acredito em "pernas de gelatina" dos nossos jogadores. Em diversos ambientes e em diversos estádios, eles mostraram já este ano que podem figurar na galeria dos melhores. Têm dois jogos para o provar. Eu acredito e, mais importante do que isso, Jorge Jesus e jogadores também. Eles sabem o que têm que fazer para às 22.23 h de dia 11 de Maio de 2013 serem campeões nacionais. Depois virá a final da Liga Europa onde, com a motivação que confere um título já garantido, tudo será possível.

Sei que alguns dos nossos jogadores estão bastante desgastados. Mas atenção: faltam agora 180 e poucos minutos de intensidade futebolística máxima. Depois disso ficam a faltar apenas dois jogos, de menor grau de dificuldade, com Moreirense e Guimarães, para a época acabar. Certamente que com mais ou menos cansaço e sacrifício os nossos jogadores serão capazes de dar tudo nestas 3 horas que faltam, sabendo que podem no decurso desse tempo garantir dois títulos maiores.

Estamos à beira de fazer história. Como é possível não acreditar agora?


terça-feira, 7 de maio de 2013

Falta pouco

Há uma coisa boa nesta semana.

O Benfica podia ter o campeonato praticamente ganho se tivesse vencido o Estoril, mas a verdade é que perdendo no dragão tudo ficaria na mesma adiado para a última jornada. Com a agravante de perder a invencibilidade que registamos até agora.
Nessa medida as coisas não mudaram assim tanto. Simplesmente estamos "proibidos" de perder no dragão - o que é uma coisa boa! - e, ganhando, garantimos o título.

Há três semanas escrevi contra a euforia. Ele era bigodes, ele era marqueses, ele era já gozar com os adversários. Como se pode ser tão parvo? Nada estava ganho, como agora se percebe perfeitamente. Para quê tanta estupidez, para quê, com uma atitude arrogante e sobranceira, abandonar a mentalidade que nos colocara onde estávamos?

Desde criança que sei que "não se deitam foguetes antes da festa". Espero que os patetas que andaram fazendo a festa antecipadamente tenham percebido de uma vez e para sempre quão prejudicial é essa atitude. Até a própria equipa se deixou contagiar e festejou antes do tempo na Madeira o que ainda não estava ganho.

Faltava vencer o Estoril para ter uma almofada de segurança para o dragão. Agora essa almofada desapareceu. No dragão não haverá margem de manobra, não haverá espaço para "poupanças", não haverá rede de segurança. Qualquer erro pode deitar tudo a perder.

Estamos ainda por cima à mercê de uma nomeação muito perigosa. Depois de semanas a fio de propaganda portista, o caldo está cozinhado para "corrigir" a "capelada". Ou seja, preparemo-nos para na arbitragem ter mais um factor adverso no sábado.

O que pode então afinal ser "bom" nesta semana, como afirmo na frase de abertura deste post?

O jogo é já no sábado. Ou seja, não teremos que esperar - e agonizar - muitos dias até ao jogo decisivo.

E o Benfica começa a ganhar. Estamos à frente e isso faz toda a diferença. Não é ainda estamos à frente. É: estamos à frente e assim queremos acabar o jogo. Mais: queremos acabar o jogo campeões.

Quando surgirá outra oportunidade tão perfeita para fazer história? Para marcar uma superioridade no futebol português, que esta época ficou patente em tantos momentos?

Sábado não há desculpas, não há justificações, não há margem para ficar abaixo do exigível. Sábado é mesmo o tira teimas. Querem ser campeões? Têm que o fazer no terreno do adversário! Com muita coisa contra, excepto a classificação, que resulta do mérito de toda uma época até aqui, e o futebol que formos capazes de explanar em campo.

Tudo depende do Benfica, do que o seu treinador e os seus jogadores forem capazes de fazer em campo. Os adeptos, num contexto de uma crise que vai já praticamente numa década, têm dado à equipa tudo o que se lhes pode exigir. Nesta altura a equipa vai a terreno inimigo, num ambiente de terror para se afirmar de uma forma decisiva e final.

Esqueçam tudo o mais. Esqueçam a Liga Europa, esqueçam a Taça de Portugal, esqueçam todos os jogos que estão para trás!

Só há um jogo, só há uma oportunidade, só há 90 minutos. É no terreno adversário. Terá que ser assim. Mas até por isso terá outro valor trazer de lá o título.

Pessimismo? Derrotismo? Não fazem sentido. Quem não quer estar nestas situações não pode ser adepto de futebol. Quem quer ganhar de forma fácil, sem sofrimento, sem emoção, sem nervos deve escolher outro desporto para seguir. Querem ganhar sem defrontar os rivais que querem estar na nossa posição? Isso não é possível.

Este é o jogo maior que se pode imaginar. Este é o jogo maior que se pode jogar. Este á o jogo maior com que um adepto sonha, às vezes quase uma vida. Estamos a 90 minutos de fazer história.

E o jogo é já sábado.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

União para concretizar as conquistas

Está a ser uma grande época, que todos esperamos que acabe numa tripla conquista para o Benfica.
Nada está ainda concretizado, mas tudo está agora muito mais perto. A crença existe e tem sido alimentada com muito espírito, muito suor, muita dedicação e cabeça por parte de todos, falta agora concretizar nos próximos 4 ou 5 jogos a conquista de títulos.
Aquela competição que foi definida como prioridade, o campeonato, não podendo ficar matematicamente garantida hoje, pode porém ficar na prática resolvida. Uma vitória sobre o Estoril praticamente assegura a conquista do campeonato. Ficam a faltar dois jogos, nos quais um empate no primeiro deles ou uma vitória em qualquer um, garante esta conquista.
Falta portanto um pequeno passo que não deixa de ser grande: tudo se tentou para colocar pressão, para instabilizar, para condicionar.
O nosso treinador esteve porém muito bem ao sublinhar que nada neste momento podia desviar as atenções do fundamental: o jogo com o Estoril.
Trata-se de uma boa equipa: arrumada, competente, com bons jogadores em todos os sectores, sobretudo a defesa e o ataque. Precisamos, como tem vindo a acontecer, de união, concentração e espírito para superar mais esta etapa.
O Estádio estará cheio para dar à equipa ainda mais força para este encontro. Já desde sexta-feira que não há bilhetes disponíveis.
Primeiro pensemos apenas e só neste jogo, depois se verá o resto. É certamente um lugar comum do futebolês mas este jogo, que é próximo, é certamente o mais importante neste momento.

Força a todos, os que estarão dentro de campo, no banco ou nas bancadas.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Para falar de (mais) coisas boas

Para além da grande alegria que o Benfica nos proporcionou desportivamente, há alguns outros aspetos que merecem ser destacados e que são notas positivas para o futuro. O futebol - nunca é demais recordá-lo - é um jogo e uma festa, apesar das emoções exacerbadas e por vezes excessivas. Há valores desportivos que devem sempre estar num plano superior ao do ganhar e perder. Porque todos ganham e perdem, em diferentes momentos, e porque há uma ética que faz parte da cultura desportiva que nunca deve ser esquecida. Nessa medida, queria destacar antes de mais o comportamento praticamente exemplar de todos os espectadores, de ambos os clubes, na noite de ontem. Para além de alguns desentendimentos, perfeitamente compreensíveis, entre uma franja de adeptos turcos que se encontrava entre os sócios benfiquistas aquando do golo do Fenerbahçe, que não passaram disso mesmo e se explicam pelas circunstâncias do mesmo, houve respeito mútuo e salutar desportivismo. Destaco dois momentos: o aplauso de todo o Estádio aquando da lesão do jogador turco e o aplauso mútuo entre adeptos benfiquistas e turcos, quando os da casa saíram e se despediram dos visitantes. Foi realmente bonito. Para além disso, os apoiantes do Fenerbahçe devem ser elogiados pela claque que trouxeram à Luz, muito impressionante. Só que a noite era do Benfica e os ruidosos turcos foram completamente abafados e submergidos pelo inferno... Penso também que deve ser registado o comportamento dos sportinguistas. Muitos me deram os parabéns e muitos me disseram que torceram pelo Benfica. Também já o seu presidente felicitou Luis Filipe Vieira. O futebol deve ser isto e o Sporting deve seguir este caminho: afirmar-se, defender os seus interesses, rivalizar com o Benfica, mas nunca se deixar instrumentalizar num anti-benfiquismo de quem não vê mais do que um palmo à frente do nariz. Finalmente, apesar do Estádio não ter enchido, o ambiente foi fenomenal e as coreografias lindíssimas. Quem ainda não viu as fotos que aqui publiquei não deixe de clicar neste link.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Força Campeões

Estes atletas do Benfica são campeões e vão-no demonstrar hoje na Madeira vencendo o Marítimo.
Este é o momento da VERDADE, esta é a semana das decisões.
Em Portugal existe há 30 anos um ambiente de mentira, de corrupção, de batota e de compadrio, cujas ramificações não conhecemos ainda senão superficialmente.

Depois de uma vitória indiscutível sobre o Sporting, num contexto de enorme, extrema pressão, por não existir margem de erro, por todos nos fazerem crer - e nós próprios já acreditarmos nisso - que para o Benfica ser campeão precisa não de ter mais um ponto do que o Porto mas sim 4!

Sim, nesta farsa portuguesa, que Gil Vicente se fosse vivo parodiaria e desmascararia, chamada futebol português, todos aceitam que se o Porto "precisar" vencerá mesmo o Benfica, apesar de todos reconhecerem que o Benfica é melhor, joga melhor, tem mais soluções, tem mais futebol e mais classe.

Todos dão como adquirido que se o Benfica tiver menos de 4 pontos de vantagem ao visitar o "dragão" já não conseguirá ser campeão, pois com bolas de golfe, com pedradas, com insultos, com batota, com arbitragem, (com doping?) o Porto derrotará o Benfica e será novamente campeão.

Nada interessa que o Porto tenha que ir a Paços de Ferreira na última jornada, defrontar o clube que é a sensação da prova e está 4 pontos à frente do Braga, enquanto o Benfica defrontará em casa o Moreirense.

Nada disso conta, porque se o Porto "precisar" ganhará mesmo, custe o que custar.

Hoje não haverá desculpas, não recorreremos a nenhuma desculpa pois juntos, com grande apoio dos nossos adeptos da Madeira daremos a primeira de várias bofetadas de luva branca num clube confessadamente batoteiro e absolutamente descarado e desavergonhado. Depois de ganhar anos a fio com favores de arbitragem COMPROVADOS, com CORRUPÇÃO DEMONSTRADA POR PROVAS INDESMENTÍVEIS, este clube lança um ataque absolutamente despudorado com a cobertura e a boleia de grande parte da comunicação social, aos árbitros, tentando uma vez mais e PERANTE A COMPLACÊNCIA DE TODO O PAÍS, condicioná-los e vencer através da batota e da adulteração da verdade desportiva.

Não passarão!

O Benfica vai vencer esta noite na Madeira. O Benfica vai ser Campeão com todo o mérito.

Os nossos atletas já são Campeões em espírito pela forma como resistiram a tudo a esta época, durante estes longos meses de ataques, de chicana, de pressão, de aldrabices.

Neste próximo mês, com o nosso apoio e confiança, conquistarão títulos de direito, dentro do campo.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Contagem decrescente

Estamos na recta final da época e a pouco mais de 48 horas do grande derby. 

Quase tudo foi já nesta altura dito e redito. Os treinadores já certamente preparam as suas tácticas e os jogadores estão mentalizados para o que devem fazer em campo. Os analistas e os apostadores anteciparam já desfechos. 

Os benfiquistas compreendem a importância deste jogo e sabem que vencendo-o ficam muito mais perto de um título que perseguem desde o início da prova. É com esse espírito que estaremos na Luz no Domingo e será certamente também com esse espírito que os jogadores entrarão em campo.

Existe entretanto uma notícia muito interessante e que deixa muito satisfeitos todos os benfiquistas:  o Estádio estará cheio. É verdade, neste momento existem apenas cerca de 1.200 bilhetes. Entre agora e a hora da partida é quase certo que todos eles serão vendidos. Perspectiva-se casa cheia! A confirmar-se, é notável e demonstra mais uma vez uma grande comunhão existente entre todos os benfiquistas.

A ansiedade cresce. Haja coração!