quarta-feira, 23 de outubro de 2013

As transmissões patéticas da TVI

É insólito mas indiscutível. A TVI (que já foi a televisão da Igreja) é hoje o canal mais rasca, mais deplorável da televisão portuguesa. Vive à custa de big brothers, que repete uns atrás dos outros dando-lhes diferentes nomes e contratando gente cada vez mais brega, mais ordinária para encher as "casas". Como se não bastasse, ainda faz edições "VIP" destes programas, onde coloca figurinhas que deveriam envergonhar e repugnar Portugal inteiro, não estivesse o nosso País tão desorientado. É para mim verdadeiramente incompreensível que alguém perca tempo precioso das suas vidas a ver aquelas grosserias.

Igualmente estranho (mas igualmente indesmentível) é o facto da TVI se ter tornado um canal de tendência "azul-e-branca" no que ao futebol diz respeito. Que a RTP, onde os estúdios do Porto assumiram já há bastante tempo preponderância, pelo menos no que ao desporto diz respeito, assuma essa tendência ainda se percebe, até porque àquele factor acresce o domínio que a Olivedesportos exerceu no canal público durante muitos anos. Já no caso da TVI a coisa se torna menos explicável. Aparentemente, a coisa começou pelo site "mais futebol", que também se podia chamar "mais porto", tal o seu tendenciosismo. Nesse site destaca-se em particular um tal de Luis Sobral, cujo ódio anti-Benfica assume proporções de autêntico fetichismo. Por outro lado, Júlio Magalhães, actual diretor do Porto Canal também terá feito "bem" o seu trabalhinho de portização do canal de Queluz.

Eu sei que houve e há benfiquistas na TVI (também era o que faltava que não houvesse). Fizeram parte dos seus quadros, como comentadores ou convidados, Valdemar Duarte, Pedro Ribeiro e João Querido Manha. Mas a verdade é que aos poucos eles foram desaparecendo ou ficando diluídos no meio de uma tendência muito pouco disfarçável.

Fernando Correia, que desde há anos para cá muito me desiludiu, pois imaginava-o no passado como um Artur Agostinho ou um Jorge Perestrelo (locutores que nunca colocaram as suas preferências clubísticas à frente da sua condição de jornalistas), não tem (creio) aparecido tanto como no ano passado, mas as transmissões continuam a ser de uma qualidade paupérrima.

Manuel Queirós, cujo portismo chega a enjoar, está em todas e os próprios repórteres de campo são tudo menos isentos.

Ontem o caricato chegou a isto: depois da expulsão - justa - de um jogador do Porto, o entrevistador da TVI pergunta na "flash interview" se achava que o jogo podia sequer ser comentado dada "a expulsão injusta"!! Depois, apercebendo-se do que dissera, acrescentou, de uma maneira forçada, "na sua opinião". Simplesmente o jogador do Porto não tinha dito que a expulsão fora injusta!

Isto para já não falar do ambiente carregado que a derrota do Porto na anterior jornada da Champions gerou naquela estação, que contrastou de forma bem visível com o que se passou aquando da derrota do Benfica para a mesma competição. Em resumo, uma tristeza.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Jogo decisivo na Champions

O grupo C da Champions League, em que o Benfica se encontra, está muito longe de ser um grupo fácil.
Depois da derrota com o Paris Saint-Germain, de alguma forma um resultado "normal" pois jogámos fora contra a equipa teoricamente mais forte, e da vitória do Olympiacos na Bélgica, a margem de erro do Benfica diminuiu quase para zero.

Seguindo a "lógica" do que é previsível, o Paris seguirá em frente. Nos próximos dois jogos jogará com o Anderlecht e, salvo alguma grande surpresa, fará 6 pontos. Com 12 ficará desde logo qualificado.

Tal deixa uma vaga em aberto que será disputada entre o Benfica e Olympiacos (o Anderlecht perdendo os dois jogos fica desde logo eliminado).

Nessa medida, os jogos de confronto directo entre Benfica e gregos assumem uma importância crucial. Ora o jogo na Luz é portanto para ganhar.

O Olympiacos é uma equipa muito móvel e com vários jogadores bem dotados tecnicamente. O Benfica terá que estar a alto nível, muito melhor do que nos últimos jogos.

A paragem no campeonato poderá ter sido positiva para tranquilizar um pouco Jorge Jesus, assentar ideias e para os jogadores interiorizarem que sem o seu total empenho e dedicação será impossível dar a volta ao mau início de temporada. Sem essa "volta", esta temporada poderia desde muito cedo ficar comprometida e isso não pode interessar a nenhum deles.

Face a este quadro, importará também os adeptos apoiarem a equipa, esquecendo as divergências que todos sabemos existirem e as críticas (fundadas) que muitos (entre os quais me incluo) em devido tempo formularam.

Não há, repito, margem de erro e todos devemos estar conscientes desse facto. Todos teremos que remar para o mesmo lado, se ainda queremos ter sucesso nesta época. Até pelo seguinte: por muito mau que tenha sido este início (e foi-o de facto) nada está ainda perdido. A qualidade existe, é inquestionável. A competência está lá e foi demonstrada no passado. É altura de, sem ansiedades mas com muita concentração, colocar em campo toda essa qualidade e superar esta altura difícil. Talvez assim, somando  bons resultados, a coisa se possa encaminhar. As vitórias trazem estabilidade e confiança e ajudam a resolver muitos problemas. Que todos sejam pois responsáveis, desde o treinador aos jogadores, passando até pelo público. Façamo-lo pelo Benfica.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Arrogância e a provocação terão a resposta devida

Continuam a vir do clube do Porto provocações e manifestações de arrogância numa base diária.
Agora foi a vez de um jogador que custou 15 milhões querer compensar a falta de rendimento dentro de campo com atoardas, baboseiras e ataques gratuitos ao Benfica. Para compor o ramalhete, veio um aspirante a "grande líder", Antero de seu nome, lançar também provocações e insinuações.
Ontem escrevi sobre o que se passou há 20 anos num jogo no Porto. Ou seja, há já muito tempo que este padrão de comportamento se verifica.
Um dia - e penso que talvez já não falte muito - todo o Portugal e não apenas os benfiquistas terão oportunidade de ver esta gente cair. Cairão por si - e com muito estrondo. Porque neste mundo pode-se enganar algumas pessoas durante muito tempo e toda a gente durante algum tempo. Mas quando se quer enganar toda a gente durante muito tempo - e ainda se gaba arrogantemente dessa falsidade - a resposta chega quando menos se espera. Um dia a mentira é desmascarada. E quanto maior ela for maior a queda de quem a promove.

Breve nota sobre Portugal

Portugal tem jogado muito mal, isso é uma evidência absoluta.
Não responsabilizo o seleccionador nem culpabilizo demasiado os jogadores, que apesar de poderem ter feito melhor no apuramento sabemos que procuram honrar o seu País.
A meu ver o que se passa é que esta geração denota algum cansaço, sendo necessária alguma renovação, dificultada pelo pouco espaço que os jovens portugueses têm nos grandes, assim se diminuindo o campo de recrutamento de Paulo Bento.
Creio que a situação pode começar a reverter-se em breve. Quero pelo menos acreditar nisso.
Estou convencido de que Ivan Cavaleiro, Bruma e outros valores começarão em breve a impor-se.
No imediato, penso que Paulo Bento deveria mudar um pouco o figurino da equipa (mantendo naturalmente a estrutura base, Patrício, Moutinho, Ronaldo), apostando nalguns jovens que podem dar mais garra e energia à seleção. Por muito que isto possa parecer cruel, penso que Rúben Micael, Meireles e Hugo Almeida, pelo menos neste momento, são jogadores que não devem ser convocados pois não acrescentam rigorosamente nada à seleção.
Quanto ao resto teremos que estar unidos visto que o adversário é muito sólido e calculista. Nunca fui daqueles que diziam que "com maior ou menor dificuldade estaremos no Mundial", precisamente porque sabia que não havia nenhuma inevitabilidade nesse sentido e que nos podia calhar (como aconteceu) um adversário muito forte. De qualquer modo também não nos dou por eliminados nem entro em pessimismos. Temos que fazer dois grandes jogos, estar concentrados a todo o momento e ter as nossas estrelas a 100%. Se assim for podemos passar.

domingo, 20 de outubro de 2013

RTP Memória mostra o grotesco

Sábado de madrugada, o zapping leva-me à RTP Memória. Para minha surpresa está a dar um Porto-Benfica. No canto superior direito explicita-se o ano: 1993.
 
O Benfica tem uma equipa de sonho: Neno, José Carlos, Hélder, Mozer, Veloso, Shwartz, Kulkov, Isaías, Vitor Paneira, João Pinto e Rui Águas. O Porto é Baía, João Pinto, Fernando Couto, Paulinho Santos, Aloísio, André, Jaime Magalhães, Rui Filipe (falecido), Semedo, Timofte, Domingos e Kostadinov.
 
Na segunda parte, com 0-0 no marcador, o Benfica domina completamente o jogo e parece perto de marcar. Nisto há o célebre lance: um atraso para Neno, este chuta a bola, Domingos levanta os braços e "defende" a bola, que então fica à mercê de Kostadinov, que empurra para a baliza. O golo é bem anulado e a partir daí é o descontrolo: Kostadinov corre a toda a velocidade para o fiscal de linha e agride-o com uma peitada. Todos os jogadores do Porto rodeiam, empurram e insultam José Pratas. Dirigentes (?), adeptos (?) berram com o fiscal, um deles tenta agredi-lo com algo que parece um chicote. Finalmente a polícia aparece e apazigua esta gente que estava mesmo junto à linha lateral. Dentro de campo, quem faz de polícia é Mozer: revoltado com a situação, empurra os jogadores do Porto e impõe a sua autoridade. Os jogadores do Porto sabem que com Mozer não brincam. No fim da comoção, Fernando Couto leva um amarelo.
Se já na primeira parte tinha havido várias situações "no limite", a partir daí vale TUDO!
Os jogadores do Porto empurram, rasteiram e o árbitro deixa passar tudo. Nas bancadas, quando há um canto para o Benfica a turba cospe, insulta, tenta atirar objectos (ainda havia redes).
Deixa de haver faltas marcadas a favor do Benfica por muito que os jogadores do Porto as façam.
A turba rejubila.
É então que Fernando Couto, já amarelado, dá um pontapé a Isaías com o jogo parado mesmo à frente do árbitro. O comentador diz que Couto este acto pode custar a expulsão a Couto. Mas José Pratas corre para os jogadores, separa-os e nada faz. Há depois um canto, Mozer e Couto embrulham-se e aquele dá uma cotovelada (com bastante força) na cara de Couto. Este fica no chão a contorcer-se. Desta vez o árbitro não terá mesmo visto pois o lance passa-se longe da disputa da bola.
Um pouco mais e Paulinho Santos placa João Pinto numa jogada perigosa. Nada de cartão.
No lance seguinte, o mesmo Couto entra a pés juntos (uma agressão) de novo sobre Isaías. O árbitro, em vez de dar o vermelho, mais uma vez nada faz perante a indignação dos jogadores do Benfica.
 
Mais uns minutos e uma bola é metida em profundidade no ataque do Porto. Mozer ganha a posição, Kostadinov aparece no chão e Pratas mostra o vermelho ao nosso jogador. Na repetição fica a ideia de que Mozer coloca o cotovelo à frente do queixo do atacante do Porto. Como este, caso passasse, ficaria na cara de Neno, o vermelho aceita-se (Mozer não tinha ainda amarelo, apesar do lance referido). No entanto, Couto teria que ter sido expulso pelo menos duas vezes antes, tal como Kostadinov uma, tendo então o árbitro feito vista grossa.

Na sequência do livre é golo do Porto.
Não aguento mais e deixo de ver.
 
Mas quando decido escrever este post, apenas para mostrar como pouco mudou em 20 anos no futebol português, vou à net para recordar o que aconteceu até ao fim do jogo.
 
E o que aconteceu foi que um Benfica reduzido a 10 e a perder 0-1 contra uma equipa para a qual tudo valia, teve a raça e a fortuna de empatar nos últimos minutos. Aguentámos até ao fim o empate e, como o jogo era para a Taça, recebemos depois o Porto e vencemos. Acabaríamos por vencer a Taça nesse ano.
 
Apesar do grotesco do comportamento dos jogadores e público do Porto, apesar de uma arbitragem incapaz de ser imparcial face à insuportável pressão, os nossos jogadores não se deixaram vergar e tiveram o seu merecido prémio. Apesar de tudo o que se passava no campo e fora dele, aqueles nossos jogadores não tinham medo!
 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Altura certa para lançar Ivan

Ivan Cavaleiro está a mostrar ter não apenas qualidade mas mentalidade competitiva para ser jogador do Benfica.
Se há coisa que podemos aprender com o Sporting é que a aposta em jogadores jovens portugueses da formação dá resultados.
Com a lesão de Sálvio abriu-se um espaço na direita do ataque que permite a meu ver que se deem oportunidades a jogadores como Ivan. É um jogador trabalhador, com recursos técnicos, com espírito colectivo e sentido de baliza.
Jorge Jesus precisa de dar sangue novo a uma equipa que parece amorfa, apática. Cavaleiro é o tipo de jogador que, como se costuma dizer, mexe com o jogo. É jovem, é fisicamente bem dotado, tem recursos técnicos e irreverência.
O jogo da Taça é uma excelente oportunidade para o lançar.
De igual modo gostaria de ver Steven Vitória em acção. Luisão não vai para novo e o luso-canadiano precisa de começar a ter minutos na equipa principal para um dia se poder impor.
O Benfica precisa de ter uma identidade mais definida para poder ter um modelo de jogo minimamente estável e isso não se conseguirá fazer sem uma base de jogadores portugueses. A chegada de André Almeida à seleção é uma boa notícia, importando capitalizar este momento.
Quem conhece melhor os escalões jovens do Benfica afirma que para além de Ivan e de João Cancelo, existem outros jovens com capacidade de afirmação ao mais alto nível.
Está na hora de JJ assumir a aposta que o clube diz estar a fazer na formação. Aproveite a qualidade que lhe é oferecida pela equipa B e aposte nestes jogadores. Há alguma razão para o não fazer? Estamos à espera de quê? Temos medo de quê?
Não está a aposta o Sporting nos seus jovens a dar bons resultados? Não é Josué titular do Porto, tendo já chegado à seleção?
Pela minha parte estou seguro: esta fornada de jovens não deixará ficar mal o Benfica. Assim lhes sejam dadas as oportunidades que eles merecem e o espaço de crescimento de que precisam.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Portugal e o caminho para o Brasil

As equipas já classificadas para o Mundial de 2014 são as seguintes 21.


Bélgica (Europa)
Inglaterra
Itália
Alemanha
Suíça
Bósnia
Espanha
Holanda
Rússia
EUA (América do Norte e Central)
Costa Rica
Honduras
Brasil (América do Sul)
Colômbia
Argentina
Chile
Equador
Austrália (Ásia)
Japão
Irão
Coreia do Sul

Existem 11 vagas em aberto, 5 para África, 4 para Europa e 2 intercontinentais. Alguns jogos já estão definidos (em África até já se jogou a primeira mão dos playoffs), os outros (Europa) serão sorteados segunda-feira.


Nigéria-Etiópia (2-1)
Senegal-Costa do Marfim (1-3)
Camarões-Tunísia (0-0)
Egipto-Gana (1-6 - não se trata de um erro!)
Argélia-Burkina Faso (2-3)
(Entre parentesis estão os resultados da primeira mão)

Uruguai-Jordânia
México-Nova Zelândia

Cabeças de grupo da Europa:

Portugal 
Croácia
Grécia
Ucrânia

contra:

Roménia
Islândia
Suécia
França

Dois nórdicos e dois latinos, sendo a França a nossa besta negra e o adversário a evitar. A Islândia é evidentemente o adversário mais acessível, seguindo-se, em termos teóricos, a Roménia e a Suécia. 

Em termos de curiosidades, refira-se que o México se apurou in extremis para o playoff intercontinental, depois de uma fase de qualificação horrível em que apenas conseguiu duas (!) vitórias em 10 jogos, tendo despedido um treinador pelo caminho, e acabando por ficar atrás de EUA, Costa Rica e Honduras. Na última jornada, já em tempos de descontos, o Paraguai estava apurado, pois vencia os EUA por 2-1. No entanto, dois golos dos EUA aos 90+2 e 90+3 eliminaram definitivamente o Panamá e permitiram ao México (que perdeu com a Costa Rica) ir ao playoff. 

Outra nota para o Egipto, cuja crise política e social parece estar a afectar a equipa de futebol, trucidada pelo Gana na primeira mão do playoff (em África não há apuramentos directos dos grupos para o Mundial, tendo o primeiro classificado de cada um que defrontar o primeiro de outro, o que não deixa de ser sui generis. A África do Sul, organizadora do anterior mundial, não estará no Brasil, depois de ter ficado atrás da surpreendente Etiópia no Grupo A. Cabo Verde ficou em segundo no seu grupo (atrás da Tunísia), o que não deixa de ser um feito interessante para o arquipélago.

Os últimos destaques vão para algumas meias surpresas na Europa. Em primeiro lugar destaque-se a Bósnia que se qualificou pela primeira vez, sendo primeiro no grupo G que contava com Grécia, Lituânia, Letónia e Eslováquia. Depois a Bélgica, que parece de volta ao grupo das boas equipas europeias, com a geração de Witsel, Lukaku, Hazard, Kompany e Fellaini a prometer bom futebol. (Recorde-se que a Bélgica chegou a ser semi finalista, no México 86, onde contava com jogadores como Jean Marie Pfaff, Enzo Scifo e Eric Gerets). A Bélgica suplantou a Croácia, a Sérvia, a Escócia, o País de Gales e a Macedónia no Grupo A.

Pela negativa refiram-se as prestações da Sérvia (3ª no Grupo A com apenas 4 vitórias em 10 jogos), da Dinamarca (Grupo B, atrás da Itália, não estando nos playoffs por ter sido o pior segundo de todos), da República Checa (3º no mesmo grupo) e da Turquia. Por fim, refira-se que o grupo da Suíça era o pior de todos (Islândia, Eslovénia, Noruega, Albânia e Chipre), não se percebendo bem os critérios da UEFA.

Portugal poderia e deveria ter feito melhor, sobretudo contra a Irlanda do Norte (uma equipa muito fraca, quase semi-amadora) e Israel nos jogos em casa. Em ambos os casos empatámos 1-1, perdendo 4 pontos que nos custaram o primeiro lugar. Veremos se nos playoff ainda podemos emendar a mão mas é preciso perceber que, com excepção da Islândia, qualquer um dos outros adversários tem possibilidades de nos eliminar.