quinta-feira, 14 de março de 2019

Regressou a alegria

Não foi uma exibição perfeita, mas este jogo trouxe de volta a alegria de jogar. A partir da segunda parte houve novamente raça, muitas entrega e a qualidade que o Benfica tem exibido desde que Bruno Lage pegou na equipa.
Rafa e Pizzi voltaram a encher o campo e Jonas e Grimaldo deram à equipa o que faltou na primeira parte: o espanhol velocidade, dinâmica e qualidade no flanco esquerdo e o brasileiro critério e poder de finalização no ataque.
Três grandes golos a coroar a exibição e a qualificação deram a esta noite um sabor especial.
De negativo registo as más exibições de Yuri e Zivko. Começa a haver poucas margem para estes jogadores que não aproveitaram as oportunidades que tiveram até agora.
Jota teve alguns apontamentos positivos mas foi penalizado pela pouca dinâmica e inspiração da equipa até golo.
De positivo, para além do óbvio de uma vitória moralizadora, destaco ainda o regresso de Fejsa. Digam o que disserem, é uma óptima notícia. Vê-se que ainda não está no seu melhor mas é mais uma opção de qualidade para a fase decisiva do campeonato (e até para a Liga Europa).
Espero sinceramente que este jogo traga de volta a alegria e a confiança aos nossos jogadores, como se viu até Zagreb. A começar já no Domingo!

Benfica-D.Zagreb: as dúvidas

Já se conhece a equipa do Benfica: Vlacho, Almeida, Rúben, Ferro, Yuri, Fejsa, Gabriel, Zivko, Pizzi, Rafa e Jota.
As dúvidas: entre Pizzi, Rafa e Jota quem jogará na frente? À partida pensa-se que será Jota e Rafa, mas Jota também pode jogar na esquerda com Pizzi a aparecer no meio. Veremos. Nem me parece impossível um esquema próximo do 4-3-3. É uma incógnita que só o jogo esclarecerá.
Vejo com bons olhos este meio campo que seguramente será muito pressionante. Também a velocidade na frente de Rafa e Jota me parece bastante bem.
A maior dúvida e potencial problema é não termos um matador na frente de ataque.
Vamos ver. Tenhamos confiança.

terça-feira, 12 de março de 2019

Sinais preocupantes - decisões a tomar

Saído do dragão em 1º lugar, com uma vitória feliz mas merecida, o Benfica tinha tudo para ser campeão: uma recuperação que chegou a parecer impossível e um ascendente moral sobre o principal adversário na luta pelo título.

No entanto, no futebol como na vida, as coisas são efémeras e uma derrota e uma exibição lamentável em Zagreb atiraram borda fora esse capital, criando dúvidas e desconfianças onde antes havia confiança e vontade de vencer.

O que se passou é um remake, sem tirar nem pôr, do que aconteceu há 6 épocas, quando a vitória na Madeira foi festejada como a conquista antecipada do título. Com essa vitória até podíamos perder no dragão (na penúltima jornada), bastando depois ganhar o último jogo em casa (penso que com o Moreirense) para assegurar o título. Acontece que antes ainda do jogo no dragão recebíamos o Estoril. Já dávamos esse jogo por ganho... Segundo consta, após a vitória no Funchal houve champagne... Só que um jogo desastrado na Luz fez-nos entrar no dragão sabendo que uma derrota nos desapossava do 1º lugar na penúltima jornada. E foi isso mesmo que aconteceu... aos 92 minutos.

Mau demais para ser verdade. Quase surreal.

Mas a repetição da história não fica por aí. Na primeira volta deste campeonato ganhámos ao Porto, passando para a liderança e na jornada seguinte perdemos com o Belenenses e perdendo a liderança. Que só recuperámos na jornada passada.

Relativamente ao que aconteceu há 6 anos e ao que se passou na primeira volta há apenas uma diferença: neste momento continuamos em 1º lugar, se bem que por um fio. A nossa margem de erro é neste momento nula, porque sabemos que a bem ou a mal, com mais ou menos VAR, aconchegos e empurrões, se o Porto se apanhar em 1º já não perde pontos até ao fim do campeonato.

E vamos jogar a Moreira de Cónegos no Domingo...

Deixando de lado estas semelhanças e o lado psicológico da competição (que é evidentemente importante), a verdade é que há outros factores que explicam esta tremenda quebra do Benfica.

Há cansaço físico e psicológico. Há falta de opções no plantel. 

Estas duas situações estão obviamente interligadas. A falta de opções leva a que tenham que jogar sempre os mesmos (especialmente na defesa e no ataque) e daí resulta fadiga - cansaço competitivo que leva a erros como os de Rúben Dias nos dois últimos jogos. 

Na defesa não há opções porque Conti e Jardel estão lesionados há demasiado tempo. O argentino foi dado como recuperado mas depois voltou-se misteriosamente a lesionar. O problema das lesões no Benfica é aliás um flagelo que já tem anos.

No ataque a culpa vai inteira para Luis Filipe Vieira, como responsável máximo pela estrutura, por ter permitido que ficássemos com apenas dois avançados/pontas de lança puros (Jonas e Seferovic) no exacto momento em que passámos a jogar em 4-4-2. 

A jogar com apenas um ponta de lança, como acontecia com Vitória, tínhamos quatro no plantel, quando passámos a jogar com dois, ficámos com... dois. Enfim, mistérios que não conseguimos entender mas cujas consequências estão à vista: quando ontem precisámos de opções para carregar na frente, quando precisávamos de ganhar bolas de cabeça e ter poder de choque na área, as opções no banco eram nulas.

As soluções do Seixal são boas e recomendam-se, mas não chegam. Jota poderá vir a ser um excelente jogador (acredito que sim porque o talento está lá, assim como a cabeça) mas não é um ponta de lança, nem pouco mais ou menos. Félix é excelente a jogar como segundo avançado mas não tem o poder na área  nem a capacidade de finalização aérea de um ponta de lança puro.

Deixar sair Ferreyra e Castillo e não trazer ninguém em Janeiro foi uma opção desastrosa, como assinalei logo na altura, que nos pode vir a custar o campeonato.

Neste momento há que fazer uma reflexão séria e tomar decisões. A primeira questão que Bruno Lage tem que abordar é como pode colocar a equipa a jogar agora que não tem Seferovic. Não me parece que a estratégia de ontem tenha sido a melhor. As equipas vão agora povoar muito o centro da defesa, sabendo que pelas alas o Benfica não conseguirá provocar-lhes muito dano uma vez que não há cabeceadores. Jonas ainda marcou um excelente golo, mostrando que o seu instinto finalizador continua presente, mas não chega.

A segunda decisão que Bruno Lage terá que tomar, e esta já para quinta-feira, prende-se com a gestão do cansaço da equipa. Com um jogo decisivo em Moreira de Cónegos, face ao 5º classificado (com todo o mérito) que já nos derrotou na primeira volta na Luz, que equipa se apresentará três dias antes para defrontar os croatas? Poderemos arriscar Grimaldo, Pizzi, Jonas e o próprio Félix, que estão nos limites e presos por arames? Mesmo Rafa, que é essencial nesta altura e sabemos que é muito atreito a lesões? Eu penso que não. 

Pode isto significar um adeus prematuro à Liga Europa? Certamente que sim. O resultado da ida é péssimo, um resultado muito perigoso e enganador, e a capacidade do Benfica em criar oportunidades e marcar golos diminuiu brutalmente nos últimos jogos.

Mas essa tem que ser uma decisão assumida. Com este plantel não é possível abordar Campeonato, Liga Europa e Taça de Portugal com o intuito de ganhar. A manta é demasiado curta. Há que fazer opções e a prioridade tem que ser o campeonato. Disso nem há dúvidas. Por isso, para mim quinta-feira entre os que têm habitualmente sido titulares só jogariam aqueles para cujos lugares não houvesse alternativa, nomeadamente no eixo central da defesa. De resto seriam todos (incluindo Svilar) "segundas linhas". Com ordens para dar tudo dentro de campo e mostrarem o quanto querem estar no Benfica. 

domingo, 10 de março de 2019

O Melhor Árbitro Português!

É um digno sucessor de Pedro Proença.

Ainda não chegou a "Melhor do Mundo", como o seu antecessor - os tempos também são outros - mas no território indígena os seus passos são seguros. 

Falo, claro está, de Artur Soares Dias.

A segurança da sua carreira está na exacta proporção da segurança que o Porto sente quando ele apita. 

Proença era assim. Quando apitava um clássico, já se sabia o que aconteceria: o Porto jogaria parte do jogo contra 10 adversários e muito provavelmente beneficiaria de um penalty. 

Proença teve, creio, um registo "imaculado" em clássicos no campeonato: o Porto nunca perdeu.

Não me lembro de alguma vez o ter ouvido ser criticado pelos jogadores, técnicos e dirigentes do Porto.

Pelo contrário, muitas vezes o jogo acabava com Proença aos abraços (e até beijonhos) aos jogadores e técnicos do Porto. 

Quando havia um jogo decisivo, lá apareciam os do costume (os comentadeiros da ordem e por vezes os próprios dirigentes do Porto), a requererem, a exigirem mesmo (!) que Proença fosse o árbitro.

Pudera! Com ele era, como dizem os americanos, money in the bank! A coisa era garantida. Mesmo que jogassem muito mal, perder não perdiam. Mesmo que para tal fosse necessário positivamente inventar um penalty. 

Enfim, eu escrevi aqui n posts sobre Proença e as suas habilidades. É só consultar na caixa de pesquisa do blog. Vou listar aqui apenas um.

Depois de se retirar da arbitragem, Proença foi premiado com a Presidência da Liga, com o apoio, espante-se a plebe (!) de Porto e Sporting. Em Portugal isto não é suficiente para levantar dúvidas. O manto do "melhor do mundo" serviu para tudo justificar.

Ora, estando a arbitragem "orfã" de um Proença, era preciso arranjar outro. Outro que desse as mesmas garantias. Outro que não hesitasse em beneficiar o Porto e prejudicar clara e manifestamente o Benfica nos lances divididos e nas grandes decisões. 

Soares Dias também já tem um longo historial na matéria. Parte está aqui no blog. Lembro-me de um Sporting-Benfica que marcou o fim das nossas aspirações ao título, no qual não assinala dois penalties contra o Sporting, um deles escandaloso, e depois assinala um contra o Benfica por um leve toque de Luisão a Wolksvinkel. Ou de uma defesa de Mangala dentro da área (Mangala, para quem não se lembre, não era o guarda-redes do Porto) que Soares Dias viu mas não quis marcar. E, mais recentemente, no ano passado, deixou de novo passar em claro em Alvalade dois penalties a nosso favor. 

Mas Soares Dias não é o melhor mundo. Falta-lhe arte,  teatralidade (e gel no cabelo) para tal. Segundo vi num blog do Porto "falta-lhe ainda muita coisa para ser um árbitro de topo". No entanto está confortavelmente no lugar de "melhor de Portugal", como o próprio blog do Porto reconhece ao se questionar sobre se Soares Dias já seria "de topo".

É por isso que quando a coisa aperta Soares Dias é chamado, como o era Proença. E normalmente não desilude.

Por isso tenho que discordar com o que li nalguns blogs benfiquistas sobre a arbitragem de Jorge Sousa no dragão. Digo afirmativamente e sem qualquer ironia que Jorge Sousa fez uma boa, muito boa arbitragem no dragão. E explico-o. 

É verdade que houve uma ou outra falta mal assinalada e que o "caldo" ou chapada de Brahimi passou em claro. Mas Sousa foi, no geral, coerente. Não marcou o penalty sobre Pizzi (eu possivelmente também não marcaria, mas eu não marcava metade dos penalties que são assinalados em Portugal, defendendo que o futebol é um jogo de contacto e arbitragens mais ao estilo inglesa) mas não marcou também falta na recuperação de bola que deu o golo do empate ao Benfica. Se nos quisesse prejudicar fá-lo-ia.

Uma coisa eu vos garanto, com Soares Dias não teríamos ganho no dragão. Aliás basta recordar como ele voltou atrás na sua decisão em Alvalade para anular um golo de João Félix (ou não "viu" o penalty sobre Pizzi, novamente ele) ou marcou um penalty sobre Bas Dost (mas não um parecido sobre Seferovic) no último derby.

EM todo o caso, este post vem apenas a propósito do jogo desta noite Feirense-Porto. É um sinal de grande intranquilidade do Porto ter tido que "convocar" Soares Dias para este jogo, no qual jogou contra o lanterna vermelha destacado. Soares Dias não desiludiu, com uma arbitragem discreta mas eficaz.

Quem quiser conhecer os dados OBJECTIVOS deste árbitro, para poder constatar se eu estou a ser justo ou, pelo contrário, parcial, pode consultar este post, no blog Influência Arbitral.



sexta-feira, 8 de março de 2019

Era o que mais faltava que FCP não vencesse o Feirense

Entramos na recta final do campeonato e a dimensão mental dos jogos terá um papel cada vez mais decisivo no desfecho do mesmo.

Semana após semana os jogos terão uma carga mais dramática, visto que qualquer deslize pode ser fatal para as ambições de Benfica e Porto. A pressão será enorme e os media e comnicação dos clubes explorarão esta dimensão semana após semana.

É um pouco como um duelo do faroeste no qual qualquer hesitação ou piscar de olhos pode ser a morte do atirador.

Cada clube procurará valorizar as suas vitórias como marcos decisivos (quando é um pouco o contrário que é verdade - a perda de pontos é que será decisiva), sendo que o Porto, estando atrás, é quem usará mais deste expediente e procurará fazer mais mind games.

E começa já esta semana. Vários media já estão a dizer que "o Porto pode passar para a frente ainda que de forma provisória", pois joga antes do Benfica, que apenas segunda-feira receberá o Belenenses no Estádio da Luz.

Nessa medida, tentarão fazer da, mais do que previsível, quase inevitável vitória do Porto em Santa Maria da Feira, um grande feito e um passo na direcção do título. Depois dela acontecer comportar-se-ão como se o Benfica agora estivesse sob pressão adicional.

Ora isto é absurdo por duas razões.

Em primeiro lugar não há primeiros lugares "provisórios". A classificação faz-se ao fim de cada jornada. Antes disso não há trocas de posições.

Além disso, neste caso em particular, era o que mais faltava que o Porto não vencesse o Feirense! Estamos a falar do último classificado contra o campeão em título! De uma equipa que tem sido constantemente o lanterna vermelha e que perdeu por 4-0 com o Belenenses na última jornada.

Ou seja, o Porto tem mais do que obrigação de vencer (mesmo com o desgaste da Liga dos Campeões) e até de forma muito tranquila.

Digo isto porque é fundamental que tenhamos noção das realidades e que nesta altura saibamos estar completamente imunes a pressões externas. 

O Benfica tem que olhar exclusivamente para os seus jogos e abordá-los como tem feito até aqui no campeonato: com grande concentração, determinação e instinto goleador. 

E também com confiança: estou seguro de que a derrota e má exibição de Zagreb foi um acidente de percurso que não se repetirá, pois os jogadores aprenderam a lição. Contra o Belenenses adeptos e equipa recuperarão o élan que nos levou a vencer no Porto e ocupar o primeiro lugar com todo o mérito. 

O resto, as "passagens para o primeiro lugar" por jogarem antes de nós, a "pressão acrescida" para "recuperar o primeiro lugar", tudo isso é paisagem, conversa de quem sabe que não depende de si e que só contando connosco pode alcançar os seus objectivos. Por isso é deixá-los falar à vontade: disso, de VARs, de toupeiras e o que mais quiserem. Aliás, o Porto é que está na corda bamba: cometendo um deslize antes do Benfica fica quase definitivamente arredado do título.

Temos pois apenas e exclusivamente que nos focar no que já provámos fazer melhor que quaisquer outros em Portugal: jogar futebol e ganhar.


quinta-feira, 7 de março de 2019

Um desastre (semi) anunciado

Uma exibição desastrada e desastrosa foi o que se viu este fim de tarde, início de noite em Zagreb por parte do Benfica.

Previsível?
Não, se olharmos para o que o Benfica de Bruno Lage vem fazendo.

Mas as análises não podem ser feitas só assim.

Infelizmente o que aconteceu hoje era uma questão de tempo. Era previsível desde o fim de Janeiro.

Porquê? Porque desde essa altura deixámos de ter uma alternativa a Seferovic.

Não escrevo isto agora, em cima de um mau resultado. Escrevi-o quando o mercado fechou e saíram dois avançados não tendo entrado ninguém para os substituir.


Com Seferovic a ser determinante no actual futebol do Benfica, porque é realmente o único jogador deste plantel que, como agora se diz, ataca a profundidade, a sua utilização foi constante e a lesão de esforço acaba por ser previsível. João Félix é outro jogador que tem jogado sempre e corre os mesmos riscos.

Já no jogo com o Porto a quebra física destes e outros jogadores foi notória, algo que também assinalei nos anteriores posts. Grimaldo é outro caso.

Por isso defendi aqui antes do jogo que hoje deveriam ter jogado Jota e Yuri Ribeiro.

https://justicabenfiquista.blogspot.com/2019/03/equipa-para-zagreb.html 
 
Grimaldo deveria ter sido poupado, tal como Félix ou Seferovic. São jogadores com grande desgaste nesta fase da época. (Isto para já não falar nos centrais, mas aí não há aparentemente alternativas face às múltiplas lesões.)

Concordo completamente com a não convocatória de Pizzi e André Almeida mas acho que Lage deveria ter ido bem mais longe. E não percebo a ausência de Jonas. Se está novamente lesionado então as coisas vão ser ainda mais complicadas e arriscamo-nos a deitar pela janela tudo de excelente que foi feito até agora.

O campeonato é a prioridade número um e nenhuma outra competição o pode colocar em causa. Se fôr preciso colocar 11 não habituais titulares em campo na Liga Europa é isso que tem que se fazer!

Outra coisa que não gostei no jogo de hoje foi uma certa displicência e sobranceria. O que se fez nos jogos anteriores não dá qualquer vantagem quando o árbitro apita para o início de uma nova partida. Só estando concentrados e solidários do princípio ao fim os jogadores podem vencer os adversários.

É agora tempo de reagrupar, cerrar fileiras e perceber que NADA, absolutamente nada está ganho. Na primeira volta ganhámos ao Porto, passámos para a liderança e depois perdemos com o Belenenses e começou o descalabro. E há uns anos atrás pensámos que o campeonato estava ganho quando vencemos na Madeira (porque dávamos como certa a vitória em casa sobre o Estoril) e perdemo-lo na penúltima jornada. A euforia e o triunfalismo antes do tempo são receitas certas para o falhanço!

Não vamos novamente cometer os mesmos erros! Que este jogo sirva como alerta à navegação para todos!

domingo, 3 de março de 2019

Equipa para Zagreb

Houve sinais de desgaste evidentes em vários jogadores no fim do jogo no dragão. Nada de anormal perante um calendário tão exigente mas é mais uma prova, se ela fosse precisa, de que o Benfica terá que gerir muito bem o esforço até ao final da época.
A Liga Europa será para já a segunda competição, em termos de prioridades e portanto ali deve haver rotação.
A minha aposta é então a seguinte:


Odysseias
Corchia
Jardel (caso esteja disponível)
Ferro
Yuri Ribeiro
Florentino
Gabriel
Cervi
Gedson
Jota
Seferovic