quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Rebenta o "estupidómetro"


Segundo a pessoa que disputa com o presidente do Sporting o título de figura mais canhestra do futebol português e mais além (o diretor de comunicação - e aparentemente líder - do FCP), o seu clube vai recorrer da decisão do tribunal da relação do Porto que proíbe a divulgação de emails para o Tribunal ... Europeu ... dos ... Direitos Humanos!

Eu repito: o diretor de comunicação do Porto diz que o clube vai recorrer da decisão sobre o caso dos emails para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
 Este imbecil, apesar de ter uma credibilidade nula, consegue-se expôr-se ainda mais ao ridículo, se é que isso é possível.

Mais: expõe o País ao ridículo. Faz-nos parecer uma república das bananas, um país provinciano e parolo que pensa que o nosso próprio umbigo é o centro do mundo.

Será que o clube condenado por corrupção em Portugal acha que um Tribunal internacional de referência vai sequer olhar para um "caso" entre clubes de futebol? Será que o clube dos quinhentismos, viagens cosmos e café com leite entende que o Tribunal delibera sobre casos reais de Direitos Humanos, como situações de tortura, abusos por forças militares, etc. e não sobre exercícios de voyeurismo e insinuações rasteiras?

Finalmente, será que esta figurinha caricata e lamentável - e os juristas do Porto - compreendem que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos analisa exclusivamente casos que já esgotaram todas as vias de recurso nos respetivos países, enquanto o caso dos emails ainda nem sequer foi julgado em primeira instância? Será que eles são tão ignaros que não percebem a diferença entre uma providência cautelar e um julgamento?

Lamentável, patético, caricato.

E isto numa semana em que vão jogar com o Sporting...


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A desonestidade como modo de estar na vida

Vi ontem alguém que foi deputado da nação dizer, com a maior cara de pau, que Soares não estava fora de jogo quando é batido o livre que dá o primeiro golo do Porto no Estoril.
Não estamos a falar de nenhum desempregado, passador de droga na Ribeira ou vendedor de bilhetes na candonga membro das claques do Porto. Estamos a falar de um advogado, universitário e ex-deputado. 
Esse indivíduo, com a imagem parada no momento em que a bola parte, dizia que Soares não estava de jogo! E para "suportar" a sua "tese" citava uma linha no Porto Canal...
Isto é o ponto a que se chega. Se alguém com estas responsabilidades sociais diz publicamente e na televisão uma coisa destas, o que não estará disposto a fazer fora dos olhares públicos? Que limites terá uma pessoa destas, com uma visão tão sectária e distorcida da realidade?
Mas se um advogado, universitário e ex-deputado já é assim, imagine-se como não serão os dirigentes do clube...

Se se defende que Soares não está fora de jogo, então é porque se quer ser beneficiado pela arbitragem e se acha que esse é o estado normal das coisas. É porque se quer ganhar a todo o custo, sem atender a valores desportivos. 

Para esta gente vale tudo. O que se aplica à arbitragem aplica-se igualmente às equipas adversárias e ao modo como estas se empenham ou deixam de empenhar nos jogos com (e não contra) o Porto. Ou serei eu o único a ter ouvido Conceição queixar-se da "agressividade e da intensidade" dos adversários do Porto? Curiosamente, desde então (fim de dezembro) os jogos do Porto parecem passeios e a resistência dos seus adversários nalguns casos não passa do 1º minuto. Coincidências...

Voltando ainda ao tal ex-deputado, Diogo Feio de seu nome, para além de desonesto, o homem é arrogante e malcriado. Depois de ter falado durante quase 5 minutos para "explicar" porque o fiscal de linha, o árbitro e o VAR fizeram muito bem em validar o golo ilegal contra o Estoril, assim que os outros comentadores começaram a falar interrompeu-os de imediato e começou a falar ao mesmo tempo que eles.
Ao homem não lhe chega roubar: quer ainda que lhe dêem razão.

Mas tudo isto é normal quando a desonestidade é o modo fundamental de se estar na vida.
Fiquei ontem a saber, através da crónica de Rui Gomes da Silva no blog novo geração Benfica, que o "macaco" Fernando Madureira vai fazer uma palestra sobre a prevenção da violência.
É preciso dizer mais alguma coisa?

A desfaçatez do descarado... Quanto às declarações acima, faltou acrescentar: "a não ser que validem golos em fora de jogo descarado ao Porto e perdoem cartões vermelhos e penalties a Felipe Vale-Tudo e Maxi Pereira."




sábado, 24 de fevereiro de 2018

Contra TUDO... mantemos a chama viva

Este ano realmente os nossos adversários encavaram, como se diz no poker.
Apostaram todas as suas fichas para evitar, por todos os meios, legítimos, ilegítimos, imorais e ilegais, que o Benfica seja campeão.

Mas nós vamos mantendo viva a chama do Penta, apesar das pedras e pedregulhos que nos colocam no caminho.

Hoje começámos por também não ter sorte, sofrendo um golo na primeira vez que o adversário foi à nossa baliza e praticamente na única oportunidade que viria a ter em todo o jogo.

Cedo se percebeu que iríamos ter uma montanha para subir, não apenas porque o Paços fechava bem, como porque os seus jogadores estavam ali a jogar ... a sua vida, aparentemente.

Ao passo que no fim do jogo do Porto na Amoreira, todos criticavam a falta de atitude do Estoril, no fim do jogo desta noite os jogadores do Paços diziam que "a continuar com esta atitude" iriam certamente vencer os jogos futuros e permanecer na primeira divisão... A ver vamos, como dizia o cego, porque daqui a umas jornadas receberão o Porto.

Mas não foi na atitude que os jogadores do Paços nos criaram dificuldades. Nas contantes provocações e perdas de tempo foram  também pródigos.

É verdade que na primeira parte poderíamos e deveríamos ter feito mais, mas também o árbitro nos limitou, por exemplo amarelando muito cedo Zivkovic e não mantendo o mesmo critério com os jogadores da casa, ou ainda assinalando uma falta ofensiva de Rúben num canto mas não assinalando penalty num outro em que foi Rúben quem foi ilegalmente impedido de chegar à bola. De notar também como os jogadores do Paços sempre afastavam a bola do local das faltas, ou se colocavam à frente da mesma, para retardar o reatar do jogo, perante a passividade do árbitro.

Nada que nos espante ou que não esperássemos.

Na segunda parte as coisas foram diferentes para melhor, mas não mais fáceis. O anti-jogo continuou (ridícula e inaceitável a rábula dos passenses na bola ao ar de que viria curiosamente a resultar o nosso segundo golo), as constantes interrupções também - chegaram ao cúmulo de atirar uma segunda bola para dentro do campo para interromper o jogo -, os penalties por assinalar a nosso favor idem (há dois sobre Rafa mais a situação de mão que talvez não seja tão acidental assim), mas a intensidade e velocidade dos nossos jogadores foi bem maior. O cansaço do adversário começou a acumular e Rafa apareceu, decidivo, para dar o empate a Jonas, na sequência de um primeiro remate de Jimenez, entretanto entrado para dar mais poder de fogo ao ataque. O segundo golo surgiu na situação já referida, na sequência de uma combinação Jimenez-Seferovic, com este a fazer uma assistência perfeita para Jonas bisar. Estava feito o mais difícil (que chegou a parecer quase impossível face à forma como o (anti)jogo estava a decorrer), efeito de uma tremenda atitude e crença da nossa equipa, CONTRA TUDO E CONTRA TODOS.

Não posso aqui deixar de referir a atitude lamentável, vergonhosa, de elementos da nossa claque, ao atirarem tochas para o campo quando precisávamos de marcar, contribuindo para ainda maiores atrasos e perdas de tempo. São mesmo benfiquistas ou há gente de outros clubes infiltrada nas nossas claques? Fica a pergunta.

Foi, enfim, uma vitória de raça, crer, querer e também muita qualidade, destacando-se Jonas e Rafa como os dois mais influentes da noite.

Há que continuar, semana após semana, esta autêntica guerra, em que combatemos com armas desiguais. Ao passo que uns têm jogos que dificilmente podem deixar de ser classificados como FARSAS, com adversários que por vezes mal parecem conseguir manter-se de pé, nós enfrentamos batalhas que parecem de vida ou morte para as equipas que enfrentamos. No entanto isto não pode servir, nem servirá, de desculpa para nada. Queremos o Penta e tudo faremos para o conquistar. Esta vitória dá-nos mais força para acreditar.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Liga da mentira - parte II

Felipe Vale-Tudo 1

Filipe Vale-Tudo 2. Se os árbitros não marcam porque é que ele não há de jogar assim?


E de novo Vale-Tudo. Aos 11 minutos de jogo...


Benfica-Sporting, 16ª jornada. Mais penalty que isto só agarrar a bola com as duas mão. 
2º penalty do jogo.




Maxi 1.

Maxi 2.

Maxi 3. VAR? Para quê?
Um VAR que não vê isto não está lá a fazer nada.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A Liga da mentira

Começam a faltar adjectivos para caracterizar o que se está a passar esta época.

Enquanto o nosso clube é diariamente difamado e acusado por personagens sórdidas tanto do Porto como do Sporting, dentro de campo estes dois clubes vão praticando aquilo de que nos acusam. Tem sido um fartar vilanagem. 

Mais do que palavras, optei assim por aqui deixar algumas imagens que marcam esta Liga e que ficarão sempre na sua história, independentemente de qual venha a ser o seu desfecho (e pelo andar da carruagem só um milagre faria com que o Benfica conquistasse o penta, face às forças extra-futebol em jogo). 

"Eres loco".

"Vai para o ...".

Árbitro não viu aqui falta, ao passo que o Sporting acusou o Tondela de "anti-jogo" (foi a única situação em que a equipa médica foi chamada)...




Dois pontos à capela, mais cartão amarelo que acarretaria suspensão e ficou no bolso.

Faz lembrar a forma como o Porto se sagrou campeão em 2011/2012 ("viu mas não quis marcar" - JJ)


O sorriso de quem vê as coisas correrem como previsto.



quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Treinador do Estoril: "equipa não deu o máximo"

Algo de muito grave se passou neste final de tarde no Estoril.

Não me refiro agora à vergonha da arbitragem, que beneficiou deliberadamente o Porto (como fizera com o Sporting há dois dias) mas sim à exibição dos jogadores do Estoril que pareciam baratas tontas em campo, como se tivessem estado a beber ou tomar drogas antes da partida. 

Veja-se o que foi dito pelo próprio treinador:

« algum mérito do Porto (...) mas muito demérito da nossa equipa (...) quase que dava dó ver o Estoril em campo: não ganhava uma primeira bola, não dava dois toques na bola.(...) Eu tenho que repensar porque sou o responsável máximo mas os atletas precisam também de repensar o compromisso que têm com a instituição (...) não basta vestir uma camisa, têm que trabalhar o suficiente para dignificar a mesma (...) têm que dar mais (...) temos que repensar e reflectir sobre o que foi o nosso comportamento».

O treinador do Estoril deixou ainda implícito que a equipa só criou algum perigo e fez algumas jogadas quando o jogo estava decidido "e já não podíamos ferir o Porto" e que não deu "o máximo", afirmando que faltou "intensidade" e que os jogadores "não meteram o pé".

Repito, algo de gravíssimo se passou esta tarde no Estoril que deve merecer uma investigação séria. Isto é um caso de polícia.

Divulgação de emails proibida

O Tribunal da Relação do Porto decidiu - por unanimidade - proibir a divulgação por parte do FC Porto de emails pertencentes ao Benfica.

É, obviamente, a única decisão possível do ponto de vista jurídico. Muitas vezes o assinalei aqui.

O juiz que decidira em sentido contrário obedeceu mais à sua paixão clubística do que à Lei.


O energúmeno.