quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Vieira - politicamente incorrecto, cruamente verdadeiro

A atitude da actual direção do Sporting para com o Benfica tem sido deplorável.

Uma direção tão incompetente como a de Godinho Lopes, que mais não tem feito senão afundar o Sporting a um ponto que começa a parecer de não-retorno, deveria abster-se de arranjar ainda mais inimigos.

No entanto, na linha de imitação da mentalidade de um certo clube regionalista, pensaram os dirigentes do Sporting que atacando o Benfica a despropósito ganhavam motivação e arregimentavam as suas tropas. Enganaram-se - nem a mentalidade tacanha de gente corrupta podia servir a um clube lisboeta e de vocação nacional. Mas também dificilmente tal estratégia resultaria quando os pressupostos dos ataques são tão mesquinhos.

O ano passado foi a história da "jaula" que alimentou todo o anti-benfiquismo primário durante semanas e que quis criar um factor extra-futebol para nos atacar. Não contentes, no fim do jogo, vieram ainda queixar-se de "condições pré-históricas", enquanto que seus adeptos criminosos ateavam fogo ao nosso Estádio.

Ainda não contentes, tiveram a ousadia de dizer que "não se reviam" naqueles acontecimentos, evitando cuidadosamente a condenação dos mesmos, e a falta de hombridade de nunca ter pedido desculpa pelos lamentáveis incidentes. Continuam aliás sem pagar os estragos, o que denota uma atitude de caloteiro.

A isto veio-se seguir a rábula patética de "exigir" o adiamento de um jogo e de hostilizar o Benfica apenas porque choveu em Lisboa na quinta-feira. Mas que culpa tem o Benfica do jogo com o Videoton (aliás completamente a feijões) ter sido adiado? A atitude arrogante, prepotente, de desrespeito para com o Benfica vinha afinal a propósito de quê? Mas nós temos alguma culpa da má gestão do Sporting?

Como é evidente, o Benfica - que até poderia ter ponderado adiar o jogo se para tal tivesse sido civilizadamente abordado - não aceitou dictats. Ainda por cima mascarados de respeito pelos regulamentos que de forma nenhuma a tal obrigavam. Godinho Lopes diz que mandou um SMS a Vieira e que a sua advogada ligou para o advogado do Benfica...

Mas é assim que se tratam os assuntos para aqueles lados? Ainda por cima com o historial acima descrito? Advogados? SMS?

A avaliar pelo tom da entrevista de Godinho Lopes ao "Record", ainda a agravar mais Luis Filipe Vieira ("não é pessoa com quem tenha prazer em falar", "liguei à tarde porque de manhã ainda seria mais desagradável" - o que é isto??), esse SMS deve ter sido de uma enorme cordialidade e simpatia. E como se não bastasse ainda vem dizer que "Vieira teve medo". Medo de quê? De Godinho?

Face a isto e talvez a outras coisas que nós não sabemos, Vieira respondeu como tinha que responder: "só dou confiança a quem quero". Nem mais.

Alguns ficaram muito incomodados por Vieira ter acrescentado depois que no Benfica "tivemos um aldrabão durante 3 anos", sugerindo que tal se poderia estar a passar no Sporting.

Vieira é assim. Rangel ouviu das boas durante a campanha. Mas colocou-se a jeito... Tal como Godinho. Se calhar as pessoas que estão tão incomodadas deviam era estar preocupados com o que anda Godinho a fazer no Sporting. É que aquilo está muito mal. E quem deveria estar mais preocupado são antes de mais ninguém os sportinguistas. Se calhar deviam estar agradecidos a Vieira. Ele avisou...


ADENDA: Segundo o "Correio da Manhã", Macaco, o líder da claque do Porto não apenas esteve em Alvalade como teve mesmo direito a ser recebido pelo "diretor de segurança" e entrar pela porta VIP, enquanto outros espectadores aguardavam ainda a abertura das portas. O Sporting atinge um novo patamar de baixeza.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Hat-trick resolve - adeptos de parabéns

Arrancada para o título

Este campeonato começou por ter uma história muito negra, ao nível do que de pior vem acontecendo em Portugal de há 30 anos para cá.

A "geração dos quinhentinhos" como o próprio Presidente dos árbitros, Vitor Pereira, agora admite que existiu, pode já não estar no activo mas a geração dos Proenças e Xistras durante as primeiras jornadas tudo fez para nos abater animicamente.

Não conseguiram! E o Benfica não se calou: pelo contrário, denunciou com todas as suas forças a vergonha que muitos árbitros e observadores continuam fazendo. O que se passou em Coimbra ultrapassou os limites da decência: um jogo que o Benfica deveria ter vencido tranquilamente foi completamente falsificado pelo árbitro com dois penalties que seriam para rir se acontecessem nas distritais ou em qualquer campeonato das arábias.

Pensavam, na tal torre onde acontecem coisas estranhas, que com isso nos abatiam, nos derrotavam. Não conseguiram. O Benfica continua focado no seu trabalho e com enorme competência a conseguir os seus resultados.

E assim continuam os mesmos de sempre (os Olegários, os Xistras, os Capelas e outros), semana após semana a ter que fazer vista grossa a penalties claros e a ter que assinalar foras-de-jogo inexistentes quando joga a equipa dos dois guarda-redes. Mas isto só para nos acompanhar e não, como no passado, para a equipa dos dois guarda-redes ganhar avanços de 5, 10 e 15 pontos.

Ontem o Benfica venceu o jogo teoricamente mais difícil até ao fim do ano e certamente um dos mais difíceis do campeonato. E venceu bem, apesar de ter tido um longo período durante a primeira parte (entre os 9 minutos e os 35) e um pequeno na segunda (até ao golo do empate) em que jogou muito mal e podia ter comprometido tudo. Nesse período deu demasiadas facilidades, alguns jogadores fugiram um pouco ao choque e aconteceu precisamente a tal sobranceria contra a qual eu adverti antes do jogo. Só um Benfica ao melhor nível poderia vencer e foi esse que, tal como Cardozo, apareceram na segunda parte.
Felizmente não fomos demasiadamente penalizados pelas falhas (já na segunda parte o Sporting teve três oportunidades claras de golo) e um hat-trick de Cardozo deu a volta a um jogo que esteve difícil, mas cuja vitória acaba por ser justa e até natural.

O Benfica está de facto hoje num patamar de qualidade bastante alto e a nível nacional será difícil de parar. Importa nunca ser complacente, pois há gente que está sempre à espreita na esquina, escondida na sombra, para nos prejudicar. Importa abordar todos os jogos com a mesma exigência e rigor.

Ontem, o Benfica esteve bem no seu jogo atacante, criando uma série de oportunidades e boas jogadas. Lembro-me assim, de repente, de pelo menos duas oportunidades claras na primeira parte e mais três na segunda, para além dos golos.

Mas na defesa não esteve tão bem. Jardel desta vez não esteve ao seu melhor nível, tendo sido batido em velocidade pelo menos duas vezes e outras tantas em antecipação. Por outro lado, o remate ao poste de Insua (uma das tais três oportunidades do Sporting) acontece porque todo o nosso meio campo defensivo lhe abre um corredor, quase uma passadeira. Isto já aconteceu em vários jogos do Benfica e deve ser revisto.

Mas, feitas estas ressalvas, o Benfica na segunda parte jogou muito bem, teve períodos excepcionais em que verdadeiramente dominou por completo o seu adversário e soube ter a tranquilidade para chegar aos golos e à vitória. Tal como Cardozo teve a necessária frieza para concretizar daquela forma tão segura o penalty. A partir daí a vitória estava assegurada. Era uma questão de números.

Há que dar agora continuidade a esta vitória, para ela possa constituir uma verdadeira arrancada para o título de Campeão que merecemos o ano passado e devemos fazer por conquistar este.

Uma palavra também para os adeptos que estiveram excelentes, apoiando a equipa mesmo quando ela estava a perder e dando-lhe muita força para a reviravolta. Há que continuar assim.

Uma nota final acerca do hat-trick: para mim Cardozo fez três golos. O primeiro até pode ter sido um autogolo. Mas para mim foi Cardozo que o marcou.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Respeito e competência

Preparando-me para entrar em estágio queria apenas desejar à nossa equipa toda sorte que lhe tem faltado ultimamente e exigir-lhe, como sócio e adepto de todas as horas, máxima concentração e raça para logo à noite. Respeito pelo adversário e competência do nosso futebol é o que precisamos. Se assim fôr, podemos criar as condições para ganhar, como todos desejamos e acreditamos que venha a acontecer. Mas só assim.

Sem medo, mas com respeito pelo adversário. A arrogância e a soberba podem ser apanágio de outros mas não do Sport Lisboa e Benfica. Joguemos sem subestimar o adversário mas com toda a confiança em nós mesmos. Venha de lá uma exibição À BENFICA!

Recortes de imprensa

Em dia de derby e para ir enganando o nervoso miúdinho, vamos a alguns recortes de imprensa, sobretudo de hoje mas não só.

Em primeiro lugar, destaque para uma belíssima crónica de Maria João Avilez n' "A Bola" - O Benfica ganha sempre. Conta histórias de vitórias celebradas em Alvalade, com os adeptos da casa a insultarem-na e a tentarem agredi-la. Termina com um "Viva o Benfica!". Grande Maria João Avilez, merece estar no topo.

Em matéria de visitas ao estádio do adversário e em puro contraste, surge Rui Moreira.

Na sua crónica no "Record", José António Saraiva descreve, a propósito da  morte do adepto do Braga (silenciada por quase todos), uma ocasião em que foi com os seus filhos ao Porto.

Vale a pena transcrever:

"Morte em Braga

O Braga-Porto foi marcado por um lamentável acontecimento: um atropelamento numa via rápida nas imediações do estádio, de que resultou um morto. Segundo alguns testemunhos, a vítima fugiria de adeptos do Porto. Não sei se é verdade.

 O que posso testemunhar é uma viagem que fiz há anos ao Porto com a família para assistir a um FC Porto-Benfica. Os meus filhos eram pequenos e, ao contrário do pai, fervorosos adeptos do Benfica, levando cachecóis ao pescoço. Logo à saída da estação percebemos que o ambiente era hostil, e aconselhei os rapazes a esconderem os cachecóis.

Mas o pior aconteceu no fim do jogo, à saída do estádio. O Porto não tinha ganho, e os seus adeptos queriam dar largas ao descontentamento. Nas ruas criou-se um ambiente de autêntica batalha campal. De caça ao homem. Os adeptos do Benfica, mesmo de bandeiras enroladas e cachecóis debaixo dos casacos, eram perseguidos e agredidos. Havia gritos e correrias em todos os sentidos. A dada altura o ambiente era tão assustador que peguei nos meus filhos e meti-me com eles num café, fazendo votos para que adeptos do Porto não entrassem por ali dentro à procura de “mouros”. Estivemos ali cerca de uma hora, aguardando que o ambiente na rua acalmasse. E dali partimos directamente para a estação, como sombras, esperando que ninguém nos identificasse.

Não sei se este indivíduo que morreu atropelado ia a fugir de adeptos do FC Porto. Mas sei uma coisa: pelo que vi naquele dia no Porto, podia muito bem ser que fosse. Aquela gente em fúria era de meter medo. Eu nunca tinha visto nada assim."

Claro que Rui Moreira, o tal que chamou Palermo a Lisboa e que saiu de um programa em directo depois de equiparar a leitura de uma escuta a um "auto de Fé" (ocasião em que a Inquisição queimava pessoas), se sentiu ofendido. Depois de atacar (?) Saraiva, vem ele garantir que em Lisboa acontece igual ou pior.

Pois bem, deixo aqui dois testemunhos, duas situações que eu presenciei.

1ª, há muitos anos atrás, não sei precisar quando:

Depois de uma vitória do Porto em Belém (penso que por 1-0 com golo de Gomes) duas ou três mulheres do Porto, enquanto desciam a Avenida Ilha da Madeira, ao lado do Estádio do Restelo(penso que ali já se chama Rua dos Jerónimos), entoavam a seguinte "balada": "E viva o alho e viva o alho e viva o alho, e o Belenenses foi p'ró ...". Umas autênticas senhoras. Não vi ninguém ir ao seu encontro ou persegui-las até ao Tejo. Na Ribeira não imagino o que lhes teria acontecido.

2ª, o ano passado no Estádio da Luz:

Hulk marca golo logo cedo no jogo e no terceiro anel, atrás de mim, na bancada TMN, dos sócios do Benfica, um indivíduo levanta-se aos berros a festejar, e gritando ainda "Hulk, Hulk, Hulk". Isto é tão verdade quanto este blog se chamar Justiça Benfiquista. Ninguém me contou, eu vi. Nada aconteceu a este indivíduo.

No mesmo jogo, na mesma bancada do terceiro anel, na zona interior do Estádio, ao pé dos bares e dos sócios e adeptos do Benfica, estava uma rapariga com um cachecol do Porto. Que eu tenha visto nada lhe aconteceu.

Mas Rui Moreira além de intelectualmente desonesto é de um enorme ridículo. No "Correio da Manhã" de hoje aparece num qualquer encontro de moda numa figura que não se acredita.

Outra "notícia" curiosa é a d' "A Bola" que declara: "Jackson - já são 5 pontos na conta pessoal". Muito bem. E na conta dos árbitros quantos são? E à conta das "defesas" de Alex Sandro? Ficam as perguntas.

O melhor derby, o melhor clássico

Em Portugal não há nenhum outro jogo mais vibrante, interessante e emocionante do que o Sporting-Benfica. É a rivalidade mais autêntica e saudavelmente competitiva do País. Cada clube representa valores e formas de estar muito diferentes. O contraste das cores é acentuado e vibrante. Joga-se em Lisboa, com um clube praticamente a só ter que atravessar a rua para ir ao estádio do adversário, mas é seguido por todo o Mundo, desde a Europa às Américas, de África a Timor. Isto é uma realidade tão verdadeira quanto eu estar neste momento a escrever ou o leitor estar no seu momento a lê-lo.

Em Portugal há 3 clássicos e alguns derbies. Já houve seis clássicos: quando o Belenenses era um dos "grandes". O Braga quer-se imiscuir neste campeonato à parte mas ainda lhe falta qualquer coisa (ganhar títulos por exemplo).
Os clássicos são o Benfica-Sporting, o Sporting-Porto e o Benfica-Porto.
Se pensarmos no pouco interesse e emotividade que o Porto-Sporting gera, percebemos a essência do futebol português: é o Benfica e os outros. E entre os outros, a rivalidade maior é com o Sporting, que é a seguir ao Benfica o clube mais representativo em termos de adeptos. Por isso (e porque o Sporting, para além do caso Pereira Cristóvão, não tinha estado envolvido em corrupção, como o clube do Porto)  s Sporting-Benfica é o grande derby (derby é entre rivais da mesma cidade) e também o grande clássico (jogo entre "grandes"), embora neste capítulo o afastamento do Sporting da luta pelos primeiros lugares tenha vindo a tornar o Benfica-Porto no clássico mais importante do futebol português. Em termos de beleza de um jogo é no entanto o Benfica-Sporting o grande jogo, o mais vibrante, o mais contagiante.
Os jogadores transcendem-se, absorvem a energia que rodeia o relvado e alcançam patamares de grande qualidade.
Em termos de derbies, existem mais: aos derbies de Lisboa, que incluiam o Benfica-Sporting, o Benfica-Belenenses e o Belenenses-Sporting (cenário que espero se venha a verificar novamente já para o ano), juntam-se o derby do Minho, entre Guimarães e Braga, o derby da Madeira, entre Nacional e Marítimo e o derby do Porto, Boavista-Porto, único daquela cidade, agora que o Salgueiros praticamente se extingui e que mesmo assim está "suspenso" pela situação do Boavista (também aqui pode haver novidades face à decisão judicial de regresso do Boavista à Primeira Liga).
De todos estes derbies só um é porém nacional: o Sporting-Benfica. Mais ainda, este derby tem, como talvez nenhum outro no mundo, uma dimensão verdadeiramente mundial, face à diáspora portuguesa espalhada pelo mundo e ao número de adeptos que ambos os clubes têm em África e até na Ásia.

É esta noite, dentro de pouco mais de 8 horas. Joga-se em Lisboa, vê-se em todo o Mundo. Esperamos que o Benfica volte às vitórias e dê uma grande alegria aos milhões de adeptos que estarão a torcer por si.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Uma equipa campeã

Uma equipa campeã ignora todo o ruído e agitação e entra em campo para ganhar.

Uma equipa campeã sabe que tem os seus verdadeiros adeptos incondicionalmente atrás de si e dá tudo por eles.

Uma equipa campeã sabe que a camisola por si só não ganha jogos - mas conhece bem a que enverga e não a deixa nunca ficar mal.

Uma equipa campeã começa a construir-se no balneário, onde a amizade, a solidariedade e a entreajuda são os valores que cimentam as vitórias.

Uma equipa campeã quer sair do campo com o dever cumprido e por isso quando entra sabe bem o que tem que fazer.

Uma equipa campeã durante os 90 minutos nunca desarma, nunca facilita, nunca compromete os seus objectivos.

Uma equipa campeã tem a raça e a fibra benfiquista para abordar cada lance, cada bola disputada e saber finalizar com frieza, como conclusão natural, as oportunidades criadas na área adversária.

Uma equipa campeã sabe o seu valor e impõem-no aos adversários.

Uma equipa campeã vence no campo do adversário.

sábado, 8 de dezembro de 2012

A espantosa vitória do Porto sobre o Moreirense

Como era de prever, os dias que antecedem o jogo mais difícil do Benfica até ao fim do ano (e um dos mais importantes do campeonato) estão a ser férteis em casos, em polémicas, em tentativas de criar pressão adicional e desestabilizar.
O primeiro caso foi a suspensão de Rui Gomes da Silva, a que se sucedeu a polémica sobre o adiamento da partida e a que se junta desde, esta noite, a ideia de que o Porto é realmente uma máquina de rigor, competência e vitórias.
Veja-se bem que, depois de perder dois jogos seguidos, sendo eliminado da Taça e perdendo o primeiro lugar do seu grupo na Champions, o Porto merece todos estes elogios e exaltação por.. ter vencido um jogo em casa contra o Moreirense... por 1-0!
Digo isto depois de ligar a RTP Informação, o serviço "público" do Norte. O que era importante eram os 3 pontos, explicam-nos. O Porto não falhou, garantem. Nestes momentos, o Porto não costuma falhar, sublinham.
De facto, o Porto conseguiu um feito notável ao bater o Moreirense em casa depois de averbar duas derrotas seguidas...
Até chamam o grande Jesualdo Ferreira para compor o Ramalhete. E lá vem ele, com o discurso formatado, dizer como se trabalha bem "naquela casa". Nós sabemos Jesualdo. É pena que tu não tenhas conseguido "trabalhar" tão bem nos clubes seguintes. Faltou a "estrutura"...

Por outro lado vai-se tentando animar o Sporting: a vitória sobre o Videoton dá moral, a equipa estará motivada para este jogo, há ali mais qualidade do que a que tem sido exibida, etc, etc.

Enfim, o costume. Deixemos os cães ladrar e avancemos a caravana.